Monthly Archives: abril 2010

Infográfico: A república do Twitter

5 de abril de 2010
Excelente infográfico feito pela Revista SuperInteressante sobre o twitter. Responde muitas perguntas que frequentemente aparecem, como: Quantos usuários tem, horário nobre, países que mais twittam etc.

Achei bacana a analogia como se o twitter fosse um país, apesar de não ser novidade, pois já havia sido feito isso com o Facebook também.















via @aversignassi
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A quantidade de seguidores nas mídias sociais importa ?

1 de abril de 2010


A imagem é para ilustrar o post apenas http://twittercircles.com

Este artigo saiu ontem no Social Media Today e acho relevante traduzir e compartilhar aqui com vocês. Recebi via twitter do @cesarviana.

Saiu um relatório recentemente, leia aqui (em Inglês) que o número de seguidores não prova a influência em mídias sociais. Mas este relatório estava errado. O número de seguidores que uma pessoa tem é relevante sim, desde que as pessoas se interessem pelo que a outra pessoa está twittando.

O problema do relatório é que foi feito de maneira muito limitada, com dados de apenas um mês de pesquisa, agosto de 2009.

Há um outro ponto de vista que devemos considerar. As empresas geralmente respondem críticas nas mídias sociais de pessoas que têm muitos seguidores. É lógico, se uma pessoa que tem muitos seguidores  reclamar de sua empresa estará atingindo muitas pessoas. Claro que este tweet deve ser relevante para que outras pessoas concordem. O grande número de pessoas que concordarem e responderem a esta crítica é o que gera a influência e que faz as empresas responderem às criticas.



Imagem retirada da ferramenta para twitter Twitnest

A qualidade do tweet não importa tanto e sim os comentários que possam ser adicionados no retweets, porém ignorar o número de seguidores é um erro. O tamanho, ou no caso, a quantidade de seguidores é importante nos meio de comunicação social, pois são pessoas que podem se identificar com o problema apresentado para uma empresa. Olhar o relátorio que diz que a quantidade de seguidores não importa, com dados de apenas um mês é irreal, e até ingenuo, diz o autor do post Taylor Ellwood.

Isso não quer dizer que você agora vai sair seguindo pessoas para aumentar seus seguidores. É importante reconhecer que embora influencia social seja medida por quanto uma pessoa é conhecida é necessário que a mensagem tenha qualidade. É fácil você perder algum tweet na sua timeline. Portanto é preciso que esse tweet lhe chame a atenção, de alguma forma.

O post fala do twitter mas serve para outras mídias sociais também. O que você achou ? Para me seguir @idegasperi
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Uma prosa sobre Marketing em Mídias Sociais enviado por @raftoncarlos

1 de abril de 2010


imagem via Charles Cadé

Dias atrás estava conversando com um amigo empresário sobre Marketing em Mídias Sociais e as novas oportunidades da internet colaborativa. Não era bem uma conversa, era quase um discurso em defesa da participação e interatividade (devia ter gravado e disponibilizado em podcast).

Pois bem, a tal “conversa” estava indo bonito, de repente o amigo vira pra mim e diz: eu tenho um site. Moço, aquilo pra mim foi como se ele tivesse me acertado. Perdi o rumo da prosa.

Mais em consideração ao amigo me recompus do “baque” e disse a ele: Olha, o tal do site é bom! Mais lamento te informar que ele sozinho é como se você fosse até uma gráfica e pedisse pra fazer uns 100.000 folders da melhor qualidade e guardasse debaixo da cama: só a sua mulher, aquele seu filho que gosta de “fuçar” em tudo e a empregada iriam tomar conhecimento do assunto.

Rapaz, o homem virou pra mim com os olhos arregalados e disse: É? Você ta brincando? Pois é meu amigo, o mundo mudou e não te avisaram – disse a ele.

Na internet de hoje, um site sozinho não faz verão. Não adianta você ser o melhor no seu ramo, se você não for encontrado. E pra ser encontrado não basta estar lá, tem que participar.

Porque eu digo participar? Por que são mais de 60 milhões de brasileiros, que conseguem ficar mais tempo conectado a internet do que qualquer outra raça na fase da Terra. Dá pra imaginar esse tanto de gente lá juntinho (é modo de dizer) e você aqui chupando dedo? Chupando dedo sim! Por que se você não for lá e conversar com eles, algum concorrente seu irá. Pode ter certeza disso – repliquei.

E como eu faço pra conversar com eles? É pela internet mesmo? Perguntou ele interessado. Sim, você irá conversar com eles pela internet – respondi.

Imagina se a internet fosse uma cidade repleta de praças e nestas praças tivessem vários grupos de pessoas conversando – cada grupo um tipo de assunto. As praças são as plataformas de redes sociais, ou seja, lugares na internet criados para facilitar o encontro dos internautas. E os grupos são as comunidades, amigos ou seguidores, enfim, agrupamentos de pessoas conectadas em torno de um interesse comum.

Pois então, pra você conversar com eles você terá que ir até uma dessas praças, ou em todas e reunir aos grupos onde estão as pessoas que te interessam.

Agora, preste atenção. A questão não é ir até a praça e escolher o grupo que você quer conversar, pois isto até uma criança de dez anos de idade, faz.

Pois todas as ferramentas na internet são desenvolvidas pensando na usabilidade, ou seja, na facilidade de usar.

A questão básica é: entender e atender as necessidades destes grupos. E isto independe de estar conectado a internet ou não. Na verdade, a internet é só um lugar. O que estamos fazendo na verdade é relacionando com pessoas, no habitual e complexo jeito de ser humano: entendeu o poder da filosofia – brinquei.

Então, não adianta pensar que você vai quebrar o Boninho e que agora o horário nobre é todo seu e você pode jogar enxurradas de “compre batton, seu filho merece batton” na cabeça das pessoas. Não! Definitivamente não!

Ai é que entra aquele momento que a gente sentou na cadeira é ficou estudando aquela prosa bonita que o saudoso Druker dizia: “Os dois únicos motivos porque existe uma empresa é marketing e inovação. O resto é custo e perda de tempo”.

Pois é meu amigo, está é a hora que precisamos usar as técnicas de Marketing para entendermos os anseios destes grupos e atendermos antes e melhor que o seu concorrente. Básico, não?

E aí, como está se sentindo? Perguntei ironizando.

Parece interessante – respondeu ele.

Quero deixar bem claro, que o Marketing em Mídias Sociais não é o canivete do MacGyver (serve pra tudo), mais sim um parceiro, que dentro de uma estratégia maior facilita, faz o meio de campo, agrega no alcance dos objetivos empresariais – esclareci.

Para isto temos a mão várias estratégias, como:

a) Blog Marketing;

b) Community Marketing;

c) Buzz Marketing;

d) Marketing Viral;

e) Marketing de Influência, entre outras.

Resumindo, estas estratégias irão favorecer a conversação em torno da marca, baseadas em uma lógica do ajudar a comprar, onde a empresa se posiciona como um especialista que oferece consultoria gratuita ao público interessado e em contra-partida este público sugere melhorias, compartilha conteúdos, comenta, indica e defende  os produtos e as vezes consome e se gostar consome de novo e se não gostar “desce a lenha” (isto acontece nas melhores famílias de Londres).

E assim, eu fechei um contrato anual de gerenciamento de conteúdo do blog e das mídias sociais da empresa deste meu amigo... e o melhor: nós continuamos amigos até hoje.

Artigo enviado por  Rafton Carlos C. Almeida - @raftoncarlos - midiasocial@hotmail.com - 35 anos - Goiânia (GO).
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