Olá pessoal. Nada melhor que escrever um post para entrar no ritmo depois de merecidas férias.
Você está acompanhando inúmeros posts em blogs e vários tweets sobre o que será tendência em 2010. Não que eu não goste desse tipo de post, pelo contrário, já tuitei e postei coisas referentes. Mas minha proposta neste post é um pouco diferente. Vou mostrar para vocês, uma prática já muito comum, fundamental para a evolução da web e das mídias sociais. Confira estes projetos e inspire-se !
Colaboração e conteúdo gerado pelo consumidor.
Através do Ning conheci projetos muito bacanas, como: 2010 você tecendo o futuro, viagem em rede e artigo colaborativo. Confira abaixo um pouco mais de cada um deles:
2010 você tecendo o futuro
Pessoas, entidades governamentais, religiosas ( @pefabiodemelo), empresas estão agora lado a lado na construção de um futuro comum. São Netweavers (tecedores de rede)
Já comentei no twitter minha indicação do NINGEscola de Redes. E fiquei feliz ao descobrir que o professor @evandrodeassis que deu tópicos especiais em jornalismo na pós graduação em novas mídias, rádio e TV aqui da FURB levou um texto traduzido em equipe para a sala de aula desta comunidade.
E é sobre esse texto que é o post dessa semana aqui do Blog Mídias Sociais. Além disso o post também vai servir como uma avaliação do professor. Acho isso realmente, excelente, estou resolvendo dois compromissos com um texto só!
Clay Shirky é um jornalista e pesquisador norte-americano, estuda novas mídias e o comportamento do público diante do avanço tecnológico. Neste texto, ele fala sobre a necessidade dos jornais de evoluir, para não morrer. E ao meu ver, isso também se estende, aos jornalistas.
O ano é 1993. No texto Clay Shirky cita que uma determinada coluna de jornal era muito reproduzida, ilegalmente, inclusive por um garoto de 14 anos que era fã do escritor da coluna, e fazia as cópias para que todos pudessem ler o conteúdo. Para tentar resolver esse “problema” chegaram a cogitar soluções ridículas como proibir os softwares de disponibilizarem formas para facilitar o compartilhamento de informação, imaginem só! Outra ideia era cobrar, em forma de micropagamentos, pelo conteúdo e apertar as leis sobre direitos autorais punindo severamente quem não as cumprisse. Eles achavam, erroneamente, que se a iTunes Store fazia sucesso vendendo músicas avulsas na internet o jornal também conseguiria cobrar pelo conteúdo na internet.
“Micropagamentos funciona para o iTunes, logo funcionarão para nós também!”
Mas isso não acontece, pois na internet se alguma coisa é paga, é natural que a pessoa busque uma fonte gratuita para substituir tal conteúdo. A internet hoje se torna cada vez mais colaborativa e focada na opnião de quem está consumindo este conteúdo. O comportamento das pessoas está mudando, o tempo que as pessoas estão na internet está aumentando. O twitter é um fenômeno. O formato do twitter é um fenômeno na verdade….
Tudo está contribuindo para que as pessoas sejam cada vez mais produtoras de conteúdo (prosumers) e que escolham ler ou ver só o que realmente lhes interessa!
“A revolution doesn´t happen when society adopts new tools. It happens when society adopts nem behaviours” ClayShirky
Para gerar uma discussão em sala de aula o @evandrodeassis sugeriu que a gente argumentasse o que surgiu de novo para contribuir nessa mudança de comportamento. Sabendo que foram muitos fatores que estão influenciando esta mudança de comportamento eu escolhi o twitter para dar mais atenção a este post.
Então li o texto, comecei a escrever este post e sempre estava de olho no twitter. Foi quando tive duas ideias.
Uma foi pesquisar o que se achava, neste exato momento, sobre o Clay Shirky no twitter. E encontrei algumas coisas muito bacanas:
@kgould#TEDx Eureka. The world where information was transmitted by professionals to amateurs is almost gone - ClayShirky
@DonRudi“La sociedad no necesita periódicos. Necesita periodismo.” ClayShirky
A outra ideia foi pedir a colaboração das inúmeras pessoas que produzem e estudam sobre mídias sociais no twitter. E eu consegui um material muito bacana que fortalece meu comentario em sala de aula. Portanto para terminar vou fechar o texto dando minha visão de como os jornalistas podem salvar os jornais e logo em seguida vou colocar a resposta do Mário Amaya que colaborou neste post.
Em sala de aula eu disse que leio muitos blogs e me informo via twitter. Mas o principal diferencial para mim é saber a opnião de quem tuita a noticia ou retuita e acrescenta um comentário ou quem lê um post bacana e contribui para o artigo deixando um comentário. Este diferencial é muito importante ao meu ver. Não vamos levar em consideração quem diz apenas “bom post”, para aumentar o pagerank do seu blog. Nem quem não sabe utilizar da liberdade de se expressar e usa o anonimato para xingar de tudo quanto é nome o jornalista apenas por não concordar com sua opnião ou por acreditar que o jornalista é um vendido que manipula a informação para os interesses dos veiculos e grandes corporações.
Existem muitas pessoas que colaboram sim. E isso é fundamental, tanto para o jornal como para qualquer outra mídia. Então ao meu ver os jornais devem explorar isso, assim como matérias investigativas e procurar outros focos da notícia que sejam verdadeiros para se discutir no dia seguinte. E foi esta linha que o Mauro Amaya seguiu contribuindo para este post. Confira!
Os jornais têm uma coisa que os meios eletrônicos instantâneos não
têm, que é a capacidade de análise. O texto do jornal vai ter que ser
menos descritivo e mais analítico, opinativo e investigativo. Para
suportar esse enfoque, ele deve contar com um banco de dados bem
gerido, conexões ágeis com todos os outros meios e
redatores-especialistas que tenham suporte para investigar a fundo as
suas pautas, não limitando-se a traduzir e repetir genericamente as
notícias dos outros veículos no mesmo dia em que saem, como acontece
muito na Web.
Eu leio no email a versão eletrônica de um veículo que é exatamente dessa
forma, o New Republic. Se você ler só ele, ainda vai entender das
pautas abordadas, mas também vai ter exposição a um sadio confronto de
opiniões de quem entende delas. Um equivalente no mundo da informática
é o Ars Technica.
O povo que só quer saber do hype mais novo tende a construir uma
cultura rasa e viver numa insatisfação camuflada. Veículos mais
profundos precisam descobrir meios de trazer para si esse público. Mas
simplesmente questionar o noticiário imediatista não vai rolar.
Precisa ser mais atraente e trabalhado. Mais alguns anos e as
condições culturais para isso vão estar no lugar. Até lá, vai ser
dureza mesmo. Mário Amaya
Através do twitter conheci muita gente que contribui para as mídias sociais e que aprendo e troco informações bem legais. Através deste blog, tenho a oportunidade de compartilhar com vocês! !
@idegasperi – Apresente-se:
Tarcízio Silva, 22 anos. Formado em Comunicação pela UFBA, fui pesquisador do Observatório de Publicidade em Tecnologias Digitais (UFBA/Propeg) durante o último ano de graduação. Depois de alguns meses com experiência mais prática em uma agência de assessoria (Janela do Mundo) e uma agência de propaganda (Ideia 3) levei à frente, com 3 sócios, um projeto que surgira na faculdade, a PaperCliQ – Comunicação e Estratégia Digital. Todos jovens como eu, buscamos aliar nossos conhecimentos de comunicação digital nessa iniciativa.
@idegasperi - As mídias sociais são realmente uma revolução. As regras para as eleições mudaram no Brasil, uma enorme quantidade de “especialistas em mídias sociais” surgiram, o twitter e o facebook vem crescendo cada vez mais… Qual sua percepção sobre a situação atual do Brasil com relação as mídias sociais ? E como vc vê um bom profissional em midias sociais ?
@tarushijio: O Brasil, devido aos seus já 65 milhões de usuários, tem produzido bastante coisa bacana. Tanto ações de comunicação online quanto reflexão sobre comunicação online. Mas também é fato de que tem muita bobagem por aí. Porém, os mais nocivos são grandes “sites de tecnologia”, comumente afiliados a portais, que publicam releases sem edição ou critério.
Do lado da prática da comunicação online por agências, há também muitas discrepâncias. É incrível como 9 entre 10 apresentações brasileiras falam do case Tecnisa. Na verdade, a Tecnisa não conseguiu tão bons resultados por uma genialidade absurda. O trabalho realmente foi muito bem feito, mas o grande diferencial foi apostar grande parte da verba de comunicação no online. O que falta, e muito, é que as agências utilizem métricas mais sólidas (que já existem, inclusive) e apresentem expectativas e resultados reais para também cobrar de uma maneira justa. A malandragem é a pior coisa que existe.
Acho que o bom profissional em mídias sociais tem de ser, primeiro, um heavy user. Não um heavy user apenas em quantidade de horas em contato com as tecnologias digitais. Tem que ser o cara que quer conhecer tudo, que entender os usuários, entender um pouco de programação, interface, SEO, SEM. Bons resultados em mídias sociais perpassam inúmeras práticas e ferramentas. O bom profissional em mídias sociais tem que ler muito. Mas isso não significa ler livros, necessariamente. Existem livros bons e existem livros ruins. Ficar longe de livros que tenham “guia”, “bíblia”, “tudo”, “definitivo” no título já é um bom passo. Também existem blogs bons e blogs ruins. Existem blogs bons de garotos de 17 anos e blogs ruins de profissionais de 57.
Não é o suporte que importa, mas sim o conteúdo. Analisar múltiplos conteúdos e não ser soterrado pelos conteúdos triviais é um desafio para esse profissional.
Uma coisa que tomamos como verdade absoluta na PaperCliQ é que temos de constantemente produzir e consumir conteúdo para nos aperfeiçoarmos. Todos nós estamos relacionados a grupos de pesquisa ou especializações universitárias, produzimos em blogs, nings, slideshare, youtube etc. E tudo livre.
Aprendemos e, como recompensa, a expertise traz capital social cognitivo e clientes.
@idegasperi - Ouvindo o podcast do @ninocarvalho no gengibre sobre agências digitais e agências tradicionais utilizando as mídias sociais pode-se perceber que poucas, muito poucas sabem realmente usar o twitter, por exemplo… Ele cita a @DM9DDB que só tuita sobre os prêmios que ganhou, Cannes, ele brinca que o enfoque deles é: olha aqui como a gente é fodão! Além do último tweet deles ser do começo do mês…
A pergunta é, porquê é tão difícil para essas agências darem mais importãncia no conteúdo? Compartilhar informação, retuitar conteúdo de outras empresas/pessoas … qual sua opnião ?
O facebook possui muitos aplicativos e jogos onde o foco é fazer com que o usuario socialize e dependa da ajuda de outras pessoas para avançar no jogo. Eu, particurlamente, não gosto e me irrito ficar recebendo varios emails com o convite para esses aplicativos. Mas reconheço a importância e possibilidade para as marcas utilizarem esses apps.
@tarushijio: Já ouvi blogueiros dizerem que pararam de postar cases de agênciasconcorrentes da agência em que trabalha, por causa de pressões da direção. Parte das agências, principalmente as grandes e “tradicionais”, ainda tem um raciocínio arcaico que pode levá-las à estagnação.
Por outro lado, algumas agências atentaram para a importância de pesquisa e produção de conteúdo. Aqui na Bahia, a Propeg financia o Observatório de Publicidade em Tecnologias Digitais (onde desenvolvi meu interesse por mídias sociais), grupo de pesquisadores bolsistas que escrevem relatórios de tendências e prospecção, coordenados por um pesquisador doutor. Ótima iniciativa, aparentemente tem desdobrado resultados na agência. Porém, 90% da produção permanece restrita. Será esse realmente o melhor caminho?
Algumas agências digitais de maior peso, como a Bullet, Talk e Cubo.CC publicam materiais gratuitos online. Esta última foi uma das responsáveis pela publicação do livro da @raquelrecuero. Aqui na Bahia algumas agências digitais passaram a produzir e divulgar conteúdo e expertise, através de eventos, cursos, blogs, apresentações. Há iniciativas boas, mas também há as agências que cometem plágio, intencionalmente.
Sobre os aplicativos e jogos sociais no Facebook e Orkut, alguns de fato podem ser irritantes, mas ainda assim acho que é uma mudança enorme. Se, para assistir um programa televisivo sem comerciais, tenho de utilizar outros aparelhos (como TiVo ou baixar pela internet), os sites de redes sociais permitem que eu configure-os de um jeito que determinados conteúdos não apareçam para mim. No caso dos aplicativos sociais, posso bloquear no Wall de Notícias do Facebook determinados aplicativos. O prosumer, pra continuarmos com os neologismos, está no controle.
@idegasperi – Vc acredita que no futuro, marcas poderão anunciar e participar desses aplicativos ? Ou quem sabe uma marca criar seu próprio aplicativo e inserir em redes sociais ?? Será esse o futuro para as marcas sobreviverem nas midias sociais ?
@tarushijio: Particularmente, acho os aplicativos sociais fascinantes. Se a publicidade contextual através de links patrocinados ou banners já foi um avanço enorme para exibir apenas o que o usuáriopode estar interessado, aplicativos sociais são um tipo de produto que os usuários só interagem de fato se estiverem interessados. Os aplicativos de maior sucesso, tanto no FaceBook quanto no Orkut não são produzidos por encomenda, mas possuem outros modelos de negócios. Por exemplo, venda de funcionalidades novas ou exibição de banners de diversos anunciantes.
Existem algumas iniciativas de utilização dos aplicativos sociais específicos de marca. É o caso do famoso aplicativo Whooper Sacrifice da Burger King, para o FaceBook, ou dos aplicativos dos novos filmes da Disney e o Ramarim 2.0. Quando os aplicativos de fato se adaptam à dinâmica dos sites de redes sociais e oferecem algo (seja lúdico, seja físico) aos usuários, podem conseguir sucesso e ser divulgado espontaneamente pelos usuários através da interface da rede. Por fim, não custa lembrar: é apenas um ponto no mix de comunicação em mídias sociais.
@idegasperi - Muito se fala nas regras impostas pelos veiculos tradicionais de mídia com relação as redes sociais ( Folha SP, Globo ) não vou te perguntar sobre o clichê de novas mídias matando mídias tradicionais. Mas como você vê, daqui pra frente, a posição das mídias com relação ao conteúdo colaborativo ?
@tarushijio: Elas vão, de fato, se transformar. As que não conseguirem se transformar estão fadadas ao fracasso. A Globo tem apresentado bons produtos online (como os aplicativos produzidos pela equipe A3 para os jornais online) e outros ruins, como o produzido para a novela Caras e Bocas. No que se refere à liberdade de expressão em mídias sociais houve um levante que gerou uma mídia espontânea negativa enorme quando vazou o documento regulamentando o uso de mídias sociais por seus funcionários. Inclusive, alguns atores globais twittaram contra essas medidas.
Hoje, cada usuário de internet pode ser um vigilante das práticas dos grandes veículos de comunicação. A colaboração existe para criação, distribuição, cópia e “pirataria” e também para protestos. A Globo não deve morrer, mas que vai se transformar muito, isso vai.
@idegasperi - Fica a vontade para falar alguma coisa que vc acha importante que não foi perguntado. Seu blog com certeza será citado, mas se quiser fazer algum jabá, divulgar algum trabalho… fica a vontade!
@tarushijio: Além do meu blog (www.tarciziosilva.com.br/blog), gostaria de divulgar o slideshare da PaperCliQ. Temos produzido alguns slides básicos sobre comunicação digital, que vem sendo bem recebidos, como a tradução do Twitter 101. A última produção nossa foi uma pesquisa entre estudantes de comunicação da UFBA para descobrir como estes futuros profissionais se relacionam com os novos meios de comunicação: www.slideshare.net/papercliq
@idegasperi - Pra finalizar queria que vc desse sua opinião sobre meu blog midias sociais, alguma sugestão para melhorar… Um ponto positivo que vc tenha notado. E é isso cara… responde do jeito que vc quiser, se quiser postar links para ilustrar alguma coisa melhor, fica bem a vontade!!!
Muito obrigado !!
@tarushijio: Dica técnica: usa feedbuner! Esteja precavido para mudanças de domínio
Dica de conteúdo: faça resenha de livros. Por experiência própria, sei que ajuda muito. Os 10 posts mais visitados do IPF são sobre livros.
Não sei mais hehe. O Midias Sociais ta muito bom =)
Muitos blogs já postaram esse vídeo sobre a revolução das mídias sociais. Logo abaixo, eu enumerei e traduzi todos os tópicos com dados recentes sobre como as mídias sociais, estão revolucionando o mundo. Confere ae !
2) As mídias sociais ultrapassaram o conteúdo pornográfico, como a atividade número 1 na Web;
3) Em 2008, nos E.U.A, 1 em cada 8 casais conheceram-se através das mídias sociais;
4) Tempo (em anos) que cada mídia levou para atingir 50 milhões de usuários:Rádio (38 anos), televisão (13 anos), Internet (4 anos), iPod (3 anos) Facebook adicionou 100 milhões de usuários em menos de 9 meses … aplicações para o iPhone atingiu 1 bilhão em 9 meses;
5) Facebook se fosse um país seria o 4 ° maior do mundo entre os Estados Unidos e a Indonésia;
6) No entanto, algumas fontes dizem a QZone, maior rede social da China ultrapassa 300 milhões de usuários (o fato do Facebook ser banido na China, ajuda)
7) comScore indica que a Rússia tem a maior audiência envolvida em mídias sociais com os visitantes passando 6,6 horas e chegando a visualizar 1.307 páginas por visitante num mês – Vkontakte.ru é a rede social, # 1
8 ) Em 2009 nos E.U.A, um estudo do Departamento de Educação revelou que, em média, os alunos que estudam online, destacam-se dos que recebem aula presencial;
9)1 em cada 6 alunos do ensino superior, possuem currículo on-line;
10) Porcentagem das empresas que usam o LinkedIn, como principal ferramenta para encontrar funcionários, é de 80%
11) A faxia etária que mais cresce no Facebook,são mulheres entre 55 e 65 anos;
12) Ashton Kutcher e Ellen Degenerestem mais seguidores no Twitter do que toda a população da Irlanda, Noruega e Panamá;
13) 80% dos usuários no Twitter está em dispositivos móveis … as pessoas tuitam em qualquer lugar, a qualquer hora … imagine o que isso significa para o cliente com uma experiência ruin?
14) Geração Y e Z consideram o e-mail ultrapassado… Em 2009, Boston College, deixou de distribuir endereços de e-mail para os calouros;
15) O que acontece em Las Vegas vai aparecer no YouTube, Flickr, Twitter, Facebook…
16) O Youtube é o 2º maior mecanismo de busca do mundo;
17) A Wikipedia tem mais de 13 milhões de artigos … alguns estudos mostram que é mais preciso do que a Enciclopédia Britânica … 78% desses artigos não são escritos em Inglês;
18) Existem mais de 200.000.000 Blogs;
19) 54% dos blogueiros postam conteúdo ou tuitam diáriamente;
20) Por causa da velocidade em que as mídias sociais permitem a comunicação, a palavra boca no mundo torna-se agora mundo de boca; obs: ficou estranho isso né ? Seria algo como meter a boca no trombone ou gerar um boca -a- boca;
21) Se você fosse receber 1 dólar por cada vez que um artigo fosse publicado na Wikipedia você ganharia 156,23 dólares por hora;
22) USUÁRIOS do Facebook traduziram o site do Inglês para o Espanhol em menos de 4 semanas, com um custo zero para o facebook;
23) 25% dos resultados da pesquisa para as 20 maiores marcas, são links para conteúdo, gerado pelo usuário;
24) 34% dos blogueiros postam suas opniões sobre Marcas;
25) As pessoas consideram mais relevante perguntar para outras pessoas sobre produtos e serviços do que para o google;
26) 78% dos consumidores confiam em recomendações;
27) Apenas 14% confiam em publicidade;
28) Apenas 18% das campanhas na TV tradicional geram um retorno do investimento positivo;
29) 90% das pessoas poderão gravar seus próprios programas de TV e pular os intervalos comerciais facilmente com o TiVo ;
30) Hulu (cotado como principal concorrente do youtube, ainda não disponível no Brasil) cresceu de 63 milhões de transmissões em abril de 2008 para 373 milhões em abril 2009;
31) 25% dos americanos, no mês passado, assitiram pequenos vídeos, em seus celulares;
32) De acordo com Jeff Bezos, 35% das vendas de livros na Amazon.com são para o Kindle (leitor de livros digitais), quando disponível;
33) 24 de 25 dos maiores jornais impressos estão sentindo com a queda recorde na circulação. Nós não procuramos mais pela notícia, ela nos encontra;
34) Num futuro próximo, nós não iremos mais procurar por produtos e serviços. Eles nos encontrarão através das mídias sociais;
35) Mais de 1,5 milhões de links (notícias, fotos, vídeos, posts em blogs) são compartilhados no Facebook … diariamente;
36) Empresas de sucesso nas mídias sociais estão atuando mais como Dale Carnegie e menos como David Ogilvy. Ou seja, escutando primeiro seu consumidor para depois, vender;
37) Empresas de sucesso nas mídias sociais estão atuando mais como organizadores de festas, agregando e produzindo conteúdo relevante para seu público, diferente da mídia tradicional que só fala os benefícios do produto;
O link original, em inglês você pode acessar clicando aqui. Então, o que achou ?? Ficou claro, que as mídias sociais não são um modismo e sim uma mudança fundamental na forma como nos comunicamos!
Deixa um comentário e compartilhe conosco! Good people share !
Primeiro vou dizer como tudo começou. Eu estava em casa na madrugada e descobri essa rede social. Eu vi que cabia dentro da proposta do que eu queria para o conteúdo do blog da Free Life e de casa enviei um email para minha conta no trabalho. Também vi que tinha um blog mas estava desatualizado.
Chegando no trabalho no dia seguinte, olhei com mais calma e joguei no twitter o site e disse que também havia um blog, mas era uma pena pois estava desatualizado. E foi ai que a coisa ficou boa !
Foi logo depois de comentar no twitter, que recebi uma resposta do @laercio_ribeiro dizendo que o blog da Ikwa estava atualizado. Ele foi muito educado e eu respondi também a altura mas pedi que ele me mandasse o link do blog pois eu estava acessando também um blog que estava desatualizado.
Esta foi minha primeira contribuição, pois o Laercio realmente descobriu que um blog que eles tinha feito há um tempo para um evento específico ainda estava no ar. E a coisa não para por ai…
O Ikwa é o canal de conteúdo, serviços e networking para quem leva a sério a escolha da carreira e o crescimento profissional. Ikwa, no dialeto africano Sotho, significa “estar consciente, escutar a si mesmo”. E é em torno dessa idéia que o Ikwa vai construir uma comunidade para informar e inspirar as pessoas na busca da realização profissional.
Achei isso fantástico e resolvi fazer um post no blog da Free Life pois considerei um conteúdo relevante para os leitores do blog da empresa de formaturas que trabalho, que por sinal, hoje, 02 de julho de 2009, faz dois anos. Fiz o cadastro e fui ver o conteúdo que eles ofereciam. Eles tem vários vídeos (parabéns a equipe) dos próprios profissionais comentando sobre a profissão. Destaque para o vídeo do Marcelo Tas do programa CQC que fala, sobre a profissão de produção audiovisual.
Eu fiquei tão animado por ter encontrado esse contéudo que fui direto no blog da Free Life para postar os vídeos, para somar ainda mais ao meu artigo. Mas infelizmente este recurso de incorporar e compartilhar os vídeos não estava disponível no site do IKWA. Ai eu fiquei tão desanimado com isso que fui falar com o Laercio que entrou há pouco tempo e é responsável pela tecnologia da Ikwa. Sinceramente achei que não iria dar em nada.
Mas pouco tempo depois (pouco tempo mesmo, sem querer fazer média, afinal nem conheço eles) o Laercio me retorna pedindo email para mantermos contatos, pois queriam sugestões de como fazer, para que este material fosse compartilhado. Fiquei muito feliz com isso.
Fiquei tão feliz e satisfeito com essa minha pequena contribuição que estou fazendo este post espontâneo sobre um serviço e uma marca na internet que até dois dias atrás, eu não fazia ideia que existia.
Existe uma preocupação compreensível por parte da empresa de manter o usuário no site deles. Mas sinceramente eu acredito que se um ou dois vídeos deles estivesse inserido aqui nesse post você não deixaria de entrar no site para ter mais informações por causa disso. Ou se você abrir seu email e tiver o vídeo lá pois um amigo te enviou sabendo que aquele assunto te interessa, você iria assistir o vídeo e procurar por mais informações no site da empresa. Ah, existe a possibilidade de você mandar para um amigo do site, não fiz o teste e não sei se vai o link apenas ou o vídeo todo, acredito que apenas o link.
Então vou colar abaixo o último contato que tive com o Laercio.
Oi, Israel.
Enquanto não resolvemos nosso modelo interno (que vai ter impacto,
inclusive, no nosso player) que controla acesso por tipo de conta que o
usuário tem)temos uma parceria com o UOL Mais – que tem o código para
embutir. Estamos publicando a parte inicial (“o que é?” de aprox. 1 minuto)
dos vídeos, com uma chamada para o nosso site. Mas, de qalquer maneira, é menos do que nada.
Por exemplo, vc tem lá o do Tas – http://mais.uol.com.br/view/232013,
entre outros.
Assim que funcionar com o redirecionamento, eu aviso.
Enfim, é um “paliativo”
[]s – Laercio
Com certeza estarei publicando aqui um ou dois vídeos do projeto deles que realmente é muito bacana mesmo.Gente, fala sério, isso é maravilhoso. Quantas empresas que vc´s conhecem que tomam uma atitude dessas assim rapido ? Claro que provelmente já sabiam dessa pequena falha mas o fato é que ouviram minha sugestão, sem alterar o roteiro e objetivos que a empresa tem.
Então é isso, estou eu aqui parabenizando a Ikwa pelo excelente uso das mídias sociais e tenho certeza que em breve receberei a resposta do Laercio com a possibilidade de inserir os vídeos.
Atualização Sexta feira, 03 de Julho 2009. Um dia após o post ser feito.
Já recebi a resposta do @laercio_ribeiro e eles realmente usaram a estrutura do Uol Mais e lá é possivel incorporar os vídeos. Veja alguns que separei:
Ikwa – André Aversa mostra seu estúdio de Design digital
Ikwa – Edgard Piccoli e o desenvolvimento de programas de TV
Ikwa – Saiba como é o curso de Relações Públicas da UNESP
Ikwa – Marcelo Tas e seu olhar sobre Criação Audiovisual
Ikwa – Saiba como é o curso de Engenharia Mecânica na UNESP
Aconteceu o Chirp, conferência com os desenvolvedores do twitter. Confira os dados apresentados por Biz Stone: 180 milhões de visitantes únicos por mês, 300 mil novos registros por dia, 60% do crescimento do Twitter encontra-se fora dos Estados Unidos, 37% dos adeptos atualizam seu perfil por meio de uma plataforma móvel, 55 milhões de tweets são produzidos por dia. São feitas 600 milhões de buscas diariamente. Saiba+
Primeira conferência sobre o futuro da monetização de plataformas digitais vai acontecer semana que vem em São Francisco. Diversos desenvolvedores estarão presentes… Veja o site oficial no Saiba +