<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Midias Blog &#187; entrevistaMidias Blog</title>
	<atom:link href="http://midiassociais.blog.br/tag/entrevista/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://midiassociais.blog.br</link>
	<description>Um blog para profissionais do mercado digital ou para quem tem interesse em estudar sobre mídias sociais</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 19:09:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<meta name="generator" content="Obscure 2.0" />
		<item>
		<title>Entrevista com HENRY JENKINS por Vinicius Navarro</title>
		<link>http://midiassociais.blog.br/2010/10/01/entrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro/</link>
		<comments>http://midiassociais.blog.br/2010/10/01/entrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 10:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>israel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Convergência]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Jenkis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://midiassociais.blog.br/?p=2417</guid>
		<description><![CDATA[Achei esta pérola na internet e tenho o imenso prazer em compartilhar esse material com vc´s. Sou muito fã do Henry Jenkins e o material abaixo é excelente ! Guarde no seu Delicious ou StumpleUpon pois este é um post imenso e deve ser lido com calma e provavelmente você vai ler mais de uma vez. Mas leia, pois vale a pena. Os grifos foram feitos por mim. Ao final do post, vc tem a fonte completa e o material &#8230; <a href="http://midiassociais.blog.br/2010/10/01/entrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fmidiassociais.blog.br%252F2010%252F10%252F01%252Fentrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FscFE8w%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Entrevista%20com%20HENRY%20JENKINS%20por%20Vinicius%20Navarro%22%20%7D);"></div>
<p>Achei esta pérola na internet e tenho o imenso prazer em compartilhar esse material com vc´s. Sou muito fã do Henry Jenkins e o material abaixo é excelente ! Guarde no seu <a title="http://www.delicious.com/" href="http://www.delicious.com/" target="_blank">Delicious</a> ou <a title="http://www.stumbleupon.com/" href="http://www.stumbleupon.com/" target="_blank">StumpleUpon</a> pois este é um post imenso e deve ser lido com calma e provavelmente você vai ler mais de uma vez. Mas leia, pois vale a pena. Os grifos foram feitos por mim. Ao final do post, vc tem a fonte completa e o material para download. Aproveitem !</p>
<p><a rel="external" href="http://midiassociais.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Entrevista-com-Henry-Jenkins-no-Blog-Midias-Sociais.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2427" title="Entrevista com Henry Jenkins no Blog Midias Sociais" src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Entrevista-com-Henry-Jenkins-no-Blog-Midias-Sociais.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p><a rel="external" href="http://midiassociais.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Entrevista-com-Henry-Jenkins-no-Blog-Midias-Sociais.jpg">[</a><a title="http://charlescade.com.br/2009/03/05/a-narrativa-transmidia-frase/" href="http://charlescade.com.br/2009/03/05/a-narrativa-transmidia-frase/" target="_blank"> fonte imagem]</a></p>
<p>A convergência midiática não é apenas um processo tecnológico; é antes de tudo um fenômeno cultural que envolve novas relações entre os produtores e os usuários da mídia. Esse é um dos temas centrais em Cultura da Convergência, livro de Henry Jenkins que discute a maneira como a informação viaja por diferentes plataformas midiáticas e examina o papel dos consumidores nesse processo. A convergência, segundo Jenkins, acontece “dentro dos cérebros” dos consumidores e “por meio de suas interações sociais com os outros”. Assim como a informação, nosso trabalho, nossas vidas, fantasias e relações pessoais também fluem por diferentes canais midiáticos. Em Cultura da Convergência, Jenkins explora esssas idéias em análises que incluem os programas de televisão <strong>Survivor</strong> e <strong>American Idol</strong>, a franquia do filme <strong>Matrix</strong>, os fãs de <strong>Harry Potter</strong> e <strong>Guerra nas Estrelas</strong>, bem como a <strong>campanha presidencial americana</strong> de <strong>2004</strong>.<span id="more-2417"></span></p>
<p>Henry Jenkins é um dos pesquisadores da mídia mais influentes da atualidade. Além do livro sobre convergência midiática, ele já escreveu sobre comédia no cinema hollywoodiano, sobre jogos de computador e sobre comunidades de fãs. De forma mais ampla, Jenkins é um entusiasta daquilo que chama de <strong>cultura participatória</strong>.</p>
<p>Segundo ele, os usuários da mídia <strong>contradizem a idéia</strong> de que somos <strong>consumidores passivos</strong> de <strong>conteúdo midiático</strong> ou meros <strong>recipientes</strong> de <strong>mensagens</strong> geradas pela <strong>indústria da comunicação</strong>. Jenkins prefere pensar nos consumidores como <strong>agentes criativos</strong> que ajudam a definir como o conteúdo midiático deve ser usado e, em alguns casos, <strong>dão forma</strong> ao próprio <strong>conteúdo.</strong></p>
<p>A convergência midiática tende a expandir essa possibilidade de participação porque permite maior acesso à produção e à circulação de cultura.</p>
<p>Nessa entrevista, Jenkins fala generosamente sobre as promessas e os desafios do atual ambiente midiático e discute <strong>como a convergência</strong> está <strong>transformando</strong> <strong>nossas vidas</strong>. Como sempre, ele celebra o potencial de participação nos processos midiáticos, mas também admite que nosso acesso à tecnologia é desigual. E insiste na <strong>necessidade</strong> de <strong>inclusão</strong> e diversidade no uso das novas mídias. Um dos lugares em que as discrepâncias ainda são visíveis é a sala de aula. Jenkins acredita que nós precisamos de novos modelos educacionais, que envolverão <strong>maior colaboração</strong> entre <strong>professores e alunos</strong>.</p>
<p>Ele também argumenta que é necessário mudar os currículos acadêmicos para dar espaço a uma <strong>interdisciplinaridade</strong> compatível com a cultura da convergência.</p>
<p>Essas são algumas das questões que devemos enfrentar no ambiente midiático do século 21, um ambiente em que a criatividade dos consumidores entra em <strong>choque</strong> com as <strong>leis de propriedade intelectual</strong>, programas de televisão ucranianos chegam aos lares americanos por meio do YouTube e as narrativas transmidiáticas transformam nossa maneira de pensar sobre o cinema.</p>
<p><strong>Em Cultura da Convergência, você	contrapõe o paradigma da revolução digital – a idéia que as novas mídias “vão mudar tudo” – à noção de convergência midiática. Você também diz que “a convergência é um conceito antigo que está ganhando novos significados”. O que exatamente existe de novo no atual paradigma da convergência? Que mudanças nós podemos esperar da convergência (ou colisão) entre as novas mídias e as mídias tradicionais?</strong></p>
<p><strong>Henry Jenkin:</strong> A idéia da revolução digital era de que as novas mídias iriam desbancar e, de certa maneira, substituir os meios de massa.</p>
<p>Previa-se o ocaso da radiodifusão, da mesma forma que outras gerações de revolucionários imaginavam o ocaso do Estado. Não foi isso que aconteceu. O que estamos presenciando é uma <strong>interação crescente entre mídias tradicionais e mídias novas</strong>. Isso tem fortalecido – não enfraquecido – as mídias novas. O poder das <strong>redes de radiodifusão</strong> agora <strong>coexiste</strong> com <strong>o poder das redes sociais.</strong> Em alguns casos, isso vem forçando a radiodifusão a procurar uma nova relação com os consumidores. A indústria agora tenta satisfazer uma demanda ampla pelas mídias que nós consumidores queremos – quando queremos e onde queremos.</p>
<p>Há uma tentativa de satisfazer o<strong> desejo do público</strong> de participar ativamente na <strong>produção e circulação de conteúdo midiático</strong>. É isso que eu quero dizer quando falo em cultura da convergência. Há uma velha noção de convergência que é primordialmente tecnológica. O novo conceito é cultural. Refere-se à coordenação de conteúdo midiático através de várias plataformas de mídia.</p>
<p>É verdade que nós estamos caminhando para a convergência tecnológica. (O<strong> iPhone</strong> é um bom exemplo dos avanços ocorridos desde que eu escrevi o meu livro.) Mas é também verdade que nós já estamos vivendo numa era de convergência cultural.</p>
<p>Potencialmente, essa convergência tem impacto em diversas áreas:</p>
<p><strong>estética</strong> (por meio de expressões de base e narrativas transmidiáticas),<br />
<strong>educação e conhecimento</strong> (por meio da inteligência coletiva e do novo saber midiático),<br />
<strong>política</strong> (por meio de novas formas de participação do público)<br />
<strong>e economia</strong> (por meio do modelo de negócios web 2.0).</p>
<p>O que é novo? Por um lado, a fluidez com que o conteúdo midiático passa por<strong> diferentes plataformas</strong>; por outro, a capacidade do público de empregar<strong> redes sociais</strong> para se conectar de maneiras novas, para moldar ativamente a circulação desse conteúdo, para desafiar publicamente os interesses dos produtores de comunicação de massa. A cultura da convergência está consolidando, ao mesmo tempo, o poder dos produtores e dos consumidores de mídia.</p>
<p>O mais interessante, porém, é a forma como esse encontro acontece – os meios pelos quais os consumidores estão <strong>desenvolvendo habilidades</strong> tanto para <strong>filtrar</strong> quanto para se <strong>engajar</strong> amplamente com conteúdo midiático disperso, assim como a necessidade dos produtores de mídia de encarar a <strong>crescente autonomia e sabedoria dos <strong>consumidores.<br />
</strong></strong></p>
<p><strong>O conceito de “convergência” está relacionado às noções de coexistência e, de certa forma, comunidade. Nós continuamos, no entanto, a ver uma divisão – social e de geração – entre aqueles que participam e aqueles que não participam da convergência. O que pode ser feito para corrigir essas discrepâncias e expandir a promessa de participação?</strong></p>
<p><strong><strong>Henry Jenkins:</strong></strong> Esse é um problema sério, que afeta países do mundo todo. <strong>Nosso acesso à tecnologia é desigual</strong> – é isso que quer dizer o termo exclusão digital. Mas há também desigualdade no acesso às habilidades e aos conhecimentos necessários para participar significativamente dessa cultura emergente. À medida que mais e mais funções de nossas vidas se deslocam para o mundo online ou são conduzidas por meio de comunicações móveis, aqueles sem acesso às tecnologias, bem como ao capital social e cultural necessário para utilizá-las, vão sendo excluídos de uma participação ampla.</p>
<p>O que me entusiasma naquilo que eu chamo de cultura participatória é o potencial para diversificar o conteúdo cultural e democratizar o acesso aos canais de comunicação. Nós estamos vendo, em todo o mundo, grupos de oposição começando a burlar a censura governamental; estamos vendo um crescimento de produtores de mídia independentes – de designers de games a produtores de histórias em quadrinhos para a web – que conseguem achar um público para o seu trabalho, expandindo assim o potencial criativo da sociedade.</p>
<p>O que mais me preocupa nessa cultura participatória é a desigualdade de oportunidades. Alguns espaços – a seção de comentários do YouTube, por exemplo – são incrivelmente hostis à diversidade. Nossas insitituições educacionais estão bloqueando os canais de mídia participatória, em vez de integrá-os a suas práticas. E as empresas frequentemente fazem uso das leis de propriedade intelectual para calar o desejo do público de se engajar mais plenamente com os conteúdos de nossa cultura.</p>
<p><strong>Um dos lugares em que essas desigualdades se manifestam claramente é a sala de aula. Numa entrevista para o documentário Digital Nation, você diz: “No momento, os professors têm algumas habilidades; os alunos têm outras. O que eles têm que fazer é aprender, uns com os outros, como desenvolver estratégias para processar informação, construir conhecimento e partilhar idéias.” Quais são as estratégias específicas que você tem em mente? Em que modelo de educação você está pensando?</strong></p>
<p><strong><strong>Henri Jenkins:</strong></strong> No ano passado, pedi aos meus alunos da disciplina New Media Literacies, na University of Southern California, para entrevistar jovens a respeito de suas experiências com mídias digitais. Como eu tenho estudantes do mundo todo, o projeto nos deu alguns retratos de adolescentes “normais” em diferentes partes do globo, incluindo a Índia, a Bulgária e o norte da Escandinávia.</p>
<p>Em quase todos os exemplos, os<strong> jovens</strong> tinham uma<strong> vida</strong> muito<strong> mais rica online</strong> do que na escola. A maioria achava a escola desestimulante. E muitos dos alunos mais brilhantes pensavam em deixar a escola porque percebiam que os professores estavam perdidamente<strong> fora de sintonia</strong> com o mundo em que eles viviam. Por outro lado, há também jovens que carecem de qualquer contato com as práticas básicas da era digital e que<strong> dependem da escola</strong> para ter acesso às habilidades das quais precisam para lidar com as novas mídias.</p>
<p>E as escolas, em países do mundo todo, estão traindo esses jovens, em geral <strong>bloqueando acesso</strong> a redes sociais, ferramentas para blogs, YouTube, Wikipédia e tantos outros aspectos centrais da nova cultura participatória. Nos últimos anos, eu me envolvi numa inciativa de grande escala, lançada pela Fundação MacArthur, para explorar mídias digitais e aprendizado. Eu escrevi um relatório para a Fundação MacArthur identificando habilidades sociais e competências culturais necessárias para uma cultura participatória, e lancei o Projeto New Media Literacies com a intenção de transformar esses insights em recursos para educadores.</p>
<p>O trabalho que estamos fazendo por meio do Projeto New Media Literacies (que foi inaugurado no MIT mas se transferiu comigo para a University of Southern California) tenta integrar modos de aprendizado participatório, comuns fora da escola, com o conteúdo adotado em nossas instituições educacionais. Temos feito experiências em várias escolas nos Estados Unidos.</p>
<p>Agora, o Projeto New Media Literacies vai trabalhar com o sistema de educação do Estado do Rio, oferecendo<strong> treinamento aos professores</strong> para que possam integrar a cultura participatória com as operações das escolas e instituições públicas. Por meio de uma parceria com a Secretaria de Educação do Estado do Rio e a companhia Os Alquimistas, nossos materiais vão ser traduzidos para o português e <strong>adaptados</strong> para a <strong>cultura brasileira,</strong> respeitando os aspectos locais e os atributos próprios do sistema educacional. O mais importante é ajudar os professores a desenvolver uma nova maneira de pensar, que por sua vez vai permitir que eles gerem suas próprias atividades em sala de aula, auxiliando os jovens a adquirir as habilidades necessárias para participar plenamente na paisagem midiática emergente, seja como alunos, futuros profissionais ou cidadãos.</p>
<p>O Brasil parece estar à beira de uma transformação econômica e cultural, num momento em que se torna foco de atenção mundial, após a decisão do Comitê Olímpico de trazer os jogos pela primeira vez para a América do Sul. Para nós, criar um novo saber midiático envolve mais do que simplesmente ensinar os alunos a usar ou mesmo programar tecnologias digitais. A nova paisagem midiática está relacionada não só a<strong> novas ferramentas e tecnologias</strong>, mas também a novas<strong> estruturas sociais</strong> e práticas culturais. Consequentemente, podemos ensinar novas maneiras de pensar e novas disposições, até mesmo na ausência de ambientes tecnológicos ricos.</p>
<p>Trata-se de ajudar os jovens a adquirir os hábitos mentais necessários para se engajar plenamente com o público em rede, para colaborar com uma comunidade de conhecimento complexa e diversa, e para se expressar numa cultura muito mais participatória. Esse novo modo de aprendizado requer que os professors adotem uma atmosfera mais colaborativa na sala de aula, permitindo que os alunos desenvolvam e afirmem especialidades distintas e utilizando o conhecimento para trabalhar em conjunto com problemas complexos.</p>
<p><strong>A participação na cultura da convergência requer o desenvolvimento de certas capacidades cognitivas. Executar múltiplas tarefas, por exemplo, é uma habilidade com a qual os jovens, os “nativos” do mundo digital, parecem mais à vontade do que as gerações mais velhas, que viviam num ambiente midiático menos complexo e pensavam de forma linear. No atual ambiente, o que se perde e o que se ganha em termos de habilidades cognitivas? É possível a coexistência entre novas maneiras de aprendizado e formas mais antigas de conhecimento?</strong></p>
<p><strong>Henry Jenkins:</strong> Eu frequentemente penso em Platão, que reagiu com horror à idéia de que a escrita tomaria o lugar da linguagem oral na cultura da Grécia Antiga. Ele temia que as pessoas perdessem a capacidade de lembrar os valores e as tradições essenciais da sociedade, tornando-se excessivamente dependentes da tecnologia da escrita. De certa forma, ele estava certo.</p>
<p>Nós não temos o tipo de memória oral que domina as sociedades pré-letradas. Mas é difícil aceitar a idéia de que estaríamos melhor se não houvesse escrita – ou, mais tarde, se não houvesse imprensa.</p>
<blockquote><p><strong>Toda tecnologia nova abre possibilidades ricas para a comunicação humana e expande de maneira significativa nossas capacidades cognitivas.</strong></p></blockquote>
<p>Mas, ao mesmo tempo, há sempre a perda de algumas habilidades, que tiveram seu valor no passado. Nós estamos num desses momentos de transição. É difícil ver com precisão o que se vai ganhar ou perder. Mas é claro também que o que está por vir vai expandir de maneira dramática nossa capacidade de criar, aprender e organizar.</p>
<p>A questão é como <strong>equilibrar</strong> novas e velhas competências, como combinar a capacidade dos jovens de processar<strong> múltiplos canais </strong>de<strong> informação</strong> com os valores da contemplação e da meditação, que eram virtudes das velhas formas de aprendizado. Precisamos de alunos capazes de aprender tanto com o computador quanto com os livros, sem froçar uma escolha falsa entre os dois. Precisamos de jovens prontos para abraçar e utilizar diversas estratégias cognitivas, prontos para lidar com uma grande variedade de fontes de informação e se expressar em diferentes contextos discursivos.</p>
<p>Para mim, não se trata de tomar o lugar da sabedoria tradicional, mas sim de expandir as maneiras pelas quais os jovens aprendem a incorporar o que há de mais valioso no novo e a preservar o que havia de mais efetivo no velho.</p>
<p><strong>Como as tradições do pensamento crítico humanista vão sobreviver à sobrecarga de informação que vem com as mídias novas?</strong></p>
<p><strong><strong>Henry Jenkins:</strong></strong> Honestamente, não sei. Mas nós vamos precisar do pensamento crítico agora mais do que nunca, porque vamos navegar, tanto individual como coletivamente, por uma paisagem de informação muito mais complexa. E vamos precisar de competência para tomar decisões rápidas e efetivas sobre a confiabilidade e o valor do mar de documentos e vídeos que passam por nossos olhos no decorrer do dia. Uma maneira de ir adiante é abraçar o que<strong> Pierre Levy</strong> chama de<strong> inteligência coletiva</strong>.</p>
<p>Levy argumenta que, numa <strong>sociedade de redes</strong>, <strong>ninguém sabe tudo</strong> – vamos nos livrar da idéia do homem da Renascença e tirar da educação o conceito de que todo estudante deve aprender as mesmas coisas. Todo mundo sabe alguma coisa.</p>
<p>Vamos criar uma cultura de especialidades diversas e múltiplas formas de conhecimento. O conhecimento de um indivíduo está disponível para o grupo sempre que necessário. Vamos aprimorar os mecanismos que nos permitem comparar notas, deliberar em conjunto e aprender uns com os outros.</p>
<blockquote><p><strong><strong><strong>Individualmente</strong>,</strong></strong> não podemos muito contra o tsunami de informação que quebra sobre nós todos os dias.</p>
<p><strong><strong><strong>Coletivamente</strong>, </strong></strong>no entanto, temos a capacidade mental de enfrentar problemas complexos, que normalmente estariam bem além de nossas capacidades pessoais.</p></blockquote>
<p><strong> </strong>Para realizar esse potencial, temos que adotar o aprendizado colaborativo em cada estágio de nosso processo educacional. E temos que permitir que indivíduos desenvolvam suas especialidades distintas, em vez de empurrar nossas escolas na direção de uma maior padronização.</p>
<p><strong>Visto por esse ângulo, o uso das novas mídias pode de fato ajudar a construir comunidades. O contrário, porém, também parece ser verdade. Alguns pesquisadores insistem, por exemplo, que o </strong><strong>YouTube dificulta a criação de laços comunitários e ações coletivas exatamente por causa da enorme quantidade e da variedade de informação publicada pelos usuários Trazer informação ao público não é a mesma coisa que criar comunidades ou mobilizar esse público para agir. Como você responderia à idéia de que a sobrecarga de informação gera dispersão ou fragmentação, em vez de ação coletiva consciente? É possível transformar em agenciamento o acesso à informação?</strong></p>
<p><strong>Henry Jenkins: </strong>Eu diria que o YouTube representa o oposto da fragmentação. É um site em que produtores de mídia com backgrounds e objetivos diversos reúnem recursos e partilham suas produções uns com os outros. Estamos mais conscientes da diversidade de nossa cultura quando olhamos para o YouTube, em grande parte porque o site nos pôs em contato com formas de produção cultural que até há pouco escapavam à nossa vista, eram emudecidas pela voz amplificada dos meios de massa ou afastadas pelas várias estruturas de exclusão que moldam nossa experiência cultural cotidiana.</p>
<p>Isso está no âmago daquilo que <strong>Yochai Benkler</strong> propõe em <strong>The Wealth of Networks</strong>.</p>
<p>Muitos desses novos sites representam um ponto de encontro para grupos e indivíduos com motivações diversas. Existe, pelo menos potencialmente, um fluxo muito maior de informação entre grupos de base. Grupos que eram invisíveis estão ganhando maior impacto junto ao público graças a esses espaços comuns. A circulação dessas produções culturais é mais fluida porque não há mais a figura do gatekeeper tradicional.</p>
<p>Por outro lado, é também importante não sobrevalorizar essa idéia. Pesquisas recentes sobre redes sociais sugerem que essas redes refletem outras formas de segregação cultural: em vez de explorar a plena capacidade de uma cultura em redes, as pessoas tendem a se encontrar online com gente que já conhecem na vida cotidiana; elas tendem a procurar pessoas como elas, em vez de usar a tecnologia para criar novas “pontes”.</p>
<p>E isso tende a reduzir o potencial para diversificar nossas experiências e nosso conhecimento. Eu concordo que<strong> acesso à informação nem sempre gera agenciamento</strong>. Isso certamente não acontece quando faltam conhecimento e habilidades para empregar efetivamente os benefícios das novas redes sociais. Não acontece quando falta disposição para valorizar a diversidade e respeitar a dignidade de todos os participantes. Não acontece na ausência de novas formas de organização social que possam ajudar a alavancar os potenciais das mídias digitais para enfrentar os desafios e problemas do século 21.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Os conceitos de autoria e propriedade intelectual são fundamentais no debate sobre as novas mídias. Por um lado, a cultura digital facilita a apropriação e o uso popular dos textos da cultura de massa, oferecendo visibilidade crescente, por exemplo, ao trabalho criativo dos fãs. Por outro, o crescimento daquilo que você chama de “criatividade de base” se contrapõe aos esforços da indústria da mídia para controlar o uso e a circulação de informação. Seria certo dizer que a noção de propriedade intelectual está na contramão da história? E que papel caberia ao conceito de propriedade intelectual no mundo da convergência midiática?</strong></p>
<p><strong>Henry Jenkins: </strong>A <strong>propriedade intelectual</strong> é o campo de batalha que determinará o quão <strong>participatória</strong> nossa cultura vai se tornar.</p>
<p>De algumas formas, os meios de massa estão criando mais espaço para participação e apropriação do que eu jamais antecipei. Mas é pouco provável que eles abram mão das histórias, imagens e sons de nossa cultura se não houver uma pressão séria por parte do público. Se olharmos para a história da cultura, veremos movimentos amplos que contradizem a viabilidade a longo prazo dos modelos correntes de propriedade intelectual.</p>
<p>Antigamente, havia uma <strong>cultura popular</strong> que permitia uma <strong>participação ampla</strong>, que dava mais ênfase ao valor social que ao valor econômico dos atos criativos, na qual não havia grande separação entre criadores profissionais e amadores, e que dependia da troca de habilidades e conhecimentos. Depois veio a cultura de massa, na qual a produção cultural foi privatizada e profissionalizada, em que a maioria de nós consumia e apenas uns poucos produziam, na qual ninguém era dono das próprias tradições culturais ou das narrativas que conduziam nossa imaginação.</p>
<p>Agora, o <strong>crescimento</strong> da <strong>cultura participatória</strong> representa uma reafirmação das práticas e da lógica da antiga cultura popular em face de cem anos de cultura de massa. Mais uma vez, temos uma <strong>maior capacidade</strong> para <strong>criar</strong> e estamos formando <strong>comunidades</strong> em torno de práticas de produção e circulação de cultura. Podemos agora partilhar nosso trabalho criativo com um público muito maior do que seria possível na antiga cultura popular, embora os modelos de produção cultural ainda se formem em torno dos conteúdos e práticas da cultura de massa.</p>
<p>É por isso que esse novo <strong>ambiente midiático</strong> é tão propício para a chamada <strong>cultura dos fãs</strong>. A cultura participatória não pode se desenvolver se não formos capazes de arquivar, apropriar e fazer recircular o conteúdo midiático. Ela não pode se manter por muito tempo sem que haja uma expansão dos meios legais de acesso a bens culturais, bem como uma redução do controle exclusivo das empresas de mídia sobre a nossa cultura.</p>
<p>Todo mundo reconhece que o futuro será mais participatório. O que precisamos ainda resolver são os termos que definirão essa participação. Os novos modelos de negócios procuram democratizar esses termos, abrindo mais espaço para o controle do consumidor, de maneira semelhante ao que acontece com regimes autocráticos que se vêem forçados, com o passar do tempo, a permitir alguns tipos de práticas e instituições democráticas para se manter no poder. Eu estou apostando, porém, que <strong>a demanda do público vai ser maior que a capacidade das empresas de abir mão do controle sobre os mecanismos de produção e circulação cultural.</strong></p>
<p>Elas não serão capazes de agir com rapidez e amplitude suficientes. E aí mais e mais pessoas se tornarão “piratas” ao tentar satisfazer seus interesses num ambiente midiático que apóia maior participação ao mesmo tempo em que o ambiente legal procura canalizar essa participação para servir aos interesses de grandes conglomerados de mídia.</p>
<p><strong>Você tem discutido a maneira como a convergência midiática contraria as hierarquias entre produtores e consumidores de cultura. Existe um paralelo entre essas hierarquias e o desequilíbrio histórico entre países exportadores e países importadores de cultura, ou países que exportam e países que importam conhecimento. Seria possível aplicar algumas de suas idéias à análise de como a cultura e o conhecimento atravessam fronteiras nacionais? Como a promessa de participação se manifesta a nível global?</strong></p>
<p><strong><br />
Henry Jenkins: </strong>Eu não sou daqueles que dizem que o mundo é plano. O<strong> domínio econômico</strong> dos países ocidentais, especialmente dos<strong> Estados Unidos</strong>, sobre o imaginário global representa ainda uma força poderosa no mundo atual, contra a qual é difícil impor resistência. No entanto, é possível também constatar uma maior fluidez na <strong>circulação da cultura</strong> produzida em diferentes partes do planeta. Essa circulação está sendo moldada principalmente por processos de imigração. A pessoas <strong>usam a web </strong>para<strong> manter contato</strong> com os países de origem. E os imigrantes introduzem novas formas de expressão cultural nos países para onde vão.</p>
<p>Mas isso explica apenas em parte o atual momento de circulação cultural. Eu diria também que os jovens em todo o mundo estão se tornando cada vez mais cosmopolitas em seus engajamentos com a cultura popular. Eles estão em busca de <strong>maior diversidade</strong> do que existe em suas comunidades locais. A gente vê isso entre os jovens iranianos, que cresceram tentando burlar a censura do governo,<strong> contrabandeando</strong> posters, tapes e vídeos de Michael Jackson, e agora encontram um<strong> público global</strong> por meio do <strong>Twitter.</strong></p>
<p>A gente vê isso também entre os jovens americanos, que estão interessados em conteúdo produzido na Ásia <strong>(mangá vende quatro vezes mais que os quadrinhos americanos</strong> no mercado dos EUA; <strong>anime</strong> é hoje um dos principais<strong> produtos de exportação</strong> do<strong> Japão</strong>;  há sinais de que os dramas coreanos e chineses estão começando a ter um impacto semelhante via acesso online), conteúdo produzido na América Latina (um enorme interesse em telenovelas) e por aí vai.</p>
<p>Assim, os jovens vão se <strong>conectando com fãs</strong> nos próprios países em que esses conteúdos são produzidos. E isso tem potencial para <strong>expandir a consciência global</strong>. O interesse do público supera largamente a capacidade ou disposição dos meios dominantes de oferecer esse material. Então os canais alternativos vão ocupando o espaço. Menos de 24 horas depois de ir ao ar nos Estados Unidos, um episódio do programa televisivo Prison Break é traduzido por amadores para diversas línguas asiáticas e aparece em torrentes nos países da Orla do Pacífico.</p>
<p>Com a mesma rapidez, uma série de desenhos animados aparece na televisão japonesa e chega às casas de adolescents americanos.</p>
<p>Recentemente, um vídeo com a vencedora de um programa da televisão ucraniana apareceu no YouTube e foi visto mais de <strong>2 milhões de vezes</strong>. As pessoas <strong>passam</strong> para a família e os amigos aquilo que<strong> encontram de interessante.</strong> A maioria dos americanos, eu arrisco dizer, nunca tinha visto televisão ucraniana. Mas eles resolveram dar uma olhada, porque o material estava disponível gratuitamente e circulando livremente. Isso põe em destaque uma grande questão:</p>
<p>Devemos nos preocupar com acesso cultural<strong> (o fluxo de idéias e expressões através de fronteiras nacionais) ou </strong>viabilidade econômica<strong> (o lucro que os países produtores de mídia podem ter nos mercados americanos)? </strong></p>
<p>Ambos estão mudando, mas certamente existe <strong>maior fluidez</strong> no <strong>nível cultural</strong> que no <strong>nível comercial</strong>.</p>
<p>Em todo o mundo, os <strong>artistas</strong> estão<strong> perdendo controle</strong> sobre a circulação de seus <strong>conteúdos</strong> e, provavelmente, perdendo também a base econômica que dá apoio a suas produções. Mas a gente poderia argumentar que, em muitos casos, esse conteúdo está circulando em <strong>mercados</strong> que <strong>estariam fechados </strong>para eles de qualquer maneira. E é possível que, ao expor os consumidores a novos gêneros de produção cultural, <strong>esses artistas</strong> terminem também adquirindo um<strong> público pagante.</strong></p>
<p><strong>No ano passado, você e David Bordwell tiveram um debate sobre narrativas transmidiáticas, que foi postado no seu blog. Algumas histórias começam na tela de cinema, por exemplo, continuam num videogame e terminam fazendo o caminho de volta para o meio cinematográfico. A idéia de narrativas transmidiáticas, no entanto, dificulta a aplicação de critérios formais à análise de experiências culturais específicas, motivo pelo qual Bordwell parece defender formas mais tradicionais de narrativa. Quais são alguns dos critérios estéticos que você utiliza para analisar uma experiência que envolve diferentes plataformas midiáticas?</strong></p>
<p><strong>Henry Jenkins:</strong> Uma das matérias que eu ensino na University of Southern California é sobre <strong>entretenimento transmidiático</strong>. A análise minuciosa de textos e as conversas com produtores de mídia sobre seus processos criativos e sobre públicos transmidiáticos vêm aguçando minha atenção para essas questões. Eu agora acredito que<strong> é possível mapear</strong> alguns pontos fundamentais da estética transmidiática.</p>
<p><strong>O primeiro</strong> seria uma mudança de foco; a ênfase recai não sobre personagens individuais e suas histórias, mas sobre formas cada vez mais complexas de construção de mundos.</p>
<p><strong>O segundo</strong> seria a expansão das formas tradicionais de serialidade que distribuem a informação narrativa por várias parcelas de conteúdo. Os seriados tradicionais se desenvolviam através de uma única mídia, oferecendo meios de orientação para os espectadores, mesmo quando havia aqueles “buracos” que aumentavam nosso interesse na história.</p>
<p>Os novos seriados se desenvolverão através de múltiplas plataformas midiáticas, permitindo a conexão de vários elementos, com um fluxo menos linear de informação, criando um espaço no qual poderemos partilhar com outros usuários aquilo que encontrarmos.</p>
<p>Em <strong>terceiro lugar</strong>, há um foco em múltiplos planos ou múltiplas formas de subjetividade, em que, da mesma forma que acontece com as soap operas, nos envolvemos com a história por meio das perspectivas de vários personagens, que por sua vez refletem valores e situações sociais diferentes.</p>
<p>Pense, por exemplo, naquilo que as <strong>extensões transmidiáticas</strong> fazem. Elas oferecem<strong> mais informação</strong> e a oportunidade de explorar mais plenamente os mundos ficcionais.<strong> Permitem o engajamento</strong> com histórias de pano de fundo ou realçam o impacto a longo prazo dos eventos narrativos. Ou ainda <strong>redirecionam o foco</strong> em torno das perspectivas de <strong>personagens secundários</strong> ou periféricos, retornando à “nave-mãe” com um<strong> novo quadro</strong> de referência.</p>
<p>Neste momento, estamos ainda mapeando o território, identificando dispositivos formais e modos narrativos que funcionam num ambiente transmidiático, esbarrando ocasionalmente em exemplos que contêm grande força emocional ou complexidade cognitiva.</p>
<p>Existem pessoas monitorando os experimentos e refinando a arte.</p>
<p>Entre elas estão os artistas que vão levar as transmídias ao<strong> próximo nível</strong>. E também os consumidores, que vão acompanhar esses artistas e ajudá-los a realizar plenamente o seu potencial.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Quando li sua discussão com David Bordwell, eu pensei nas repercussões da convergência midiática para as disciplinas acadêmicas tradicionais. De certa forma, a resposta de Bordwell à noção de narrativa transmidiática sugere uma preocupação com o status e a autonomia de uma disciplina específica—os estudos de cinema. Revela um desejo de tratar o cinema como cinema. Qual o papel das disciplinas acadêmicas tradicionais no mundo da convergência midiática?</strong></p>
<p><strong>Henry Jenkins:</strong> Você não está sendo muito justo com <strong>David Bordwell</strong>, um pesquisador bastante envolvido com as questões intelectuais levantadas pelas narrativas transmidiáticas. O que Bordwell argumentou foi que a indústria hollywoodiana é conservadora e usa práticas transmidiáticas de formas relativamente triviais, mais voltadas para o marketing do que para a narrativa.</p>
<p>Ele certamente <strong>discordaria</strong> da idéia de <strong>transformar</strong> todos os filmes em “naves-mães” para<strong> franquias transmidiáticas</strong>. Eu também. Acredito que é necessário um estudo criterioso para saber quando as práticas transmidiáticas são estéticamente gratificantes e quando são um beco sem saída. As divergências entre nós dois não são muito significativas. Eu gostei bastante da oportunidade de discutir com um pesquisador de primeira linha.</p>
<p>Por trás da nossa discussão havia um enorme grau de respeito mútuo. De outra forma, não valeria a pena. Mas a questão maior sobre o impacto nas disciplinas é de grande importância. Eu não sei se as configurações de conhecimento que emergiram no final da era industrial – nosso conjunto atual de disciplinas – sobreviverão por muito tempo na era da informação.</p>
<p>Já estamos vendo uma significativa reconfiguração dos campos de conhecimento, estamos vendo alunos chegando às universidades com <strong>projetos intelectuais </strong>que simplesmente não cabem em <strong>disciplinas individuais</strong>, que exigem trânsito entre cursos diferentes, semelhante ao que acontecerá em suas vidas profissionais. Os currículos de nossas universidades tentam desesperadamente disciplinar esses alunos, forçando-os a ocupar categorias específicas.</p>
<p>Eu diria, porém, que isso acarreta prejuízo tanto para os indivíduos envolvidos quanto para a sociedade como um todo. Precisamos explorar conexões entre nossos campos de conhecimento para melhor utilizar o potencial da nova paisagem midiática e enfrentar os desafios da vida no século 21. Precisamos <strong>liberar nossas mentes</strong>, absorver o maior número possível de métodos de investigação e corpos de conhecimento. Assim poderemos reconfigurar o conhecimento, aprendendo a colaborar através de fronteiras profissionais e disciplinares.</p>
<p>Em resumo, precisamos <strong>abraçar um sistema educacional de convergência para que possamos navegar por um ambiente de informação também convergido.</strong></p>
<p>Fonte : CONTRACAMPO: REVISTA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO &#8211; UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE OS SENTIDOS DA CONVERGÊNCIA: ENTREVISTA</p>
<p>COM HENRY JENKINS por Vinicius Navarro</p>
<p>Baixe <a title="http://www.slideshare.net/idegasperi/entrevista-henry-jenkins" href="http://www.slideshare.net/idegasperi/entrevista-henry-jenkins" target="_blank">AQUI</a> o <strong>PDF completo</strong> com a entrevista em <strong>Inglês</strong> e <strong>Portugês</strong></p>

<div class="jwsharethis">
Compartilhe: 
<br />
<a href="mailto:?subject=Entrevista%20com%20HENRY%20JENKINS%20por%20Vinicius%20Navarro&amp;body=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F10%2F01%2Fentrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro%2F">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/email.png" alt="Share this page via Email" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F10%2F01%2Fentrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro%2F&amp;title=Entrevista+com+HENRY+JENKINS+por+Vinicius+Navarro">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/su.png" alt="Share this page via Stumble Upon" />
</a>
<a target="_blank" href="http://digg.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F10%2F01%2Fentrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro%2F&amp;title=Entrevista+com+HENRY+JENKINS+por+Vinicius+Navarro">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/digg.png" alt="Share this page via Digg this" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F10%2F01%2Fentrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro%2F&amp;t=Entrevista+com+HENRY+JENKINS+por+Vinicius+Navarro">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/fb.png" alt="Share this page via Facebook" />
</a>
<a target="_blank" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=I+like+http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F10%2F01%2Fentrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro%2F&amp;title=Entrevista+com+HENRY+JENKINS+por+Vinicius+Navarro">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/twitter.png" alt="Share this page via Twitter" />
</a>
</div>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F10%2F01%2Fentrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro%2F&amp;t=Entrevista%20com%20HENRY%20JENKINS%20por%20Vinicius%20Navarro" id="facebook_share_link_2417">Compartilhe no Facebook</a>
	<script type="text/javascript">
	<!--
	var button = document.getElementById('facebook_share_link_2417') || document.getElementById('facebook_share_icon_2417') || document.getElementById('facebook_share_both_2417') || document.getElementById('facebook_share_button_2417');
	if (button) {
		button.onclick = function(e) {
			var url = this.href.replace(/share\.php/, 'sharer.php');
			window.open(url,'sharer','toolbar=0,status=0,width=626,height=436');
			return false;
		}
	
		if (button.id === 'facebook_share_button_2417') {
			button.onmouseover = function(){
				this.style.color='#fff';
				this.style.borderColor = '#295582';
				this.style.backgroundColor = '#3b5998';
			}
			button.onmouseout = function(){
				this.style.color = '#3b5998';
				this.style.borderColor = '#d8dfea';
				this.style.backgroundColor = '#fff';
			}
		}
	}
	-->
	</script>
	
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://midiassociais.blog.br/2010/10/01/entrevista-com-henry-jenkins-por-vinicius-navarro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>31</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista colaborativa sobre SEO: Erick Formaggio</title>
		<link>http://midiassociais.blog.br/2010/05/03/entrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio/</link>
		<comments>http://midiassociais.blog.br/2010/05/03/entrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 09:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@amafra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[erick formaggio]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://midiassociais.blog.br/?p=2290</guid>
		<description><![CDATA[Quais são suas dúvidas sobre SEO (Search Engine Optimization)? Esta foi a pergunta que abriu o post do dia 18 de abril, que convidava você, leitor do @midiasblog, para participar de uma entrevista colaborativa sobre o assunto. E hoje é o dia de publicar mais uma das entrevistas do blog (você já leu a do Nino Carvalho?), que tem um gostinho especial por ter o seu pitaco! Se vocês gostarem da iniciativa, podem pedir que nós vamos providenciar mais! Ah, &#8230; <a href="http://midiassociais.blog.br/2010/05/03/entrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fmidiassociais.blog.br%252F2010%252F05%252F03%252Fentrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fqk1qeH%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Entrevista%20colaborativa%20sobre%20SEO%3A%20Erick%20Formaggio%22%20%7D);"></div>
<p>Quais são suas dúvidas sobre SEO (Search Engine Optimization)? Esta foi a pergunta que abriu o <a rel="external" href="http://midiassociais.blog.br/2010/04/18/quais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog/">post do dia 18 de abril</a>, que convidava você, leitor do @midiasblog, para participar de uma entrevista colaborativa sobre o assunto. E hoje é o dia de publicar mais uma das entrevistas do blog (você já leu a do <a rel="external" href="http://midiassociais.blog.br/2010/02/24/entrevista-com-ninocarvalho/">Nino Carvalho</a>?), que tem um gostinho especial por ter o seu pitaco! Se vocês gostarem da iniciativa, podem pedir que nós vamos providenciar mais! Ah, e no final do post tem sorteio, viu! <img src='http://midiassociais.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> <a rel="external" href="http://midiassociais.blog.br/wp-content/uploads/2010/05/erick-formaggio.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2292" style="margin: 5px;" title="erick-formaggio" src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/uploads/2010/05/erick-formaggio.jpg" alt="" width="166" height="221" /></a></p>
<p>O entrevistado é <a rel="external" href="http://www.twitter.com/erickformaggio">Erick Formaggio</a>, gerente de SEO e de Social Media da <a rel="external" href="http://www.cadastra.com.br">Cadastra Search Engines Promotion</a> e autor do blog <a rel="external" href="http://www.erickformaggio.com">Marketing Online Visionário</a>. Palestrante no SMX Brasil, o Search Marketing Expo, um dos eventos mais importantes sobre Search Marketing do mundo, é conferencista também sobre temas ligados à Internet e acaba de lançar o livro <a title="SEO – Otimização de Sites – Aplicando   técnicas de otimização de sites com uma abordagem prática" href="http://www.brasport.com.br/informatica/seo-otimizacao-de-sites-aplicando-tecnicas-de-otimizacao-de-sites-com-uma-abordagem-pratica.html" target="_blank">SEO – Otimização de Sites – Aplicando técnicas de otimização de sites com uma abordagem prática</a>. Erick também é colunista dos  portais <a rel="external" href="http://www.sembrasil.com.br/">SEM Brasil</a> e do <a rel="external" href="http://www.imasters.com.br/">IMasters</a>.</p>
<p>Infelizmente não deu pra colocar as perguntas de todo mundo, mas todas têm alto nível! Ah, se alguém tiver dúvida sobre o básico de SEO, pode ler <a rel="external" href="http://imasters.uol.com.br/artigo/10789/seo/guia_do_google_pra_otimizacao_de_sites/">esse post</a>. <img src='http://midiassociais.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>1. Eu tenho 19 anos, estudante de Publicidade e  Progapanda e só consegui descobrir que quero trabalhar na área de SEO após passar por quatro  empresas. O que um jovem deve estudar, o que deve ler e por quais departamentos deve  passar para que ter sucesso futuro em SEO? </strong>(Achiles Borges)</p>
<p><span id="more-2290"></span>[Erick] – Oi Achiles. Primeiramente é relevante comentar que o SEO possui 3  pilares importantes: a parte técnica, a popularidade e o conteúdo. Para aprender  a parte técnica, é necessário que você estude muito o HTML, alguma  linguagem como PHP/ASP, leia muito sobre gerenciamento de projetos de TI, pois SEO é  70% esses pilares e 30% organização do trabalho. Leia também livros de SEO, onde  você encontrará dicas importantes sobre como aumentar a popularidade de um  website. De antemão já posso afirmar que redes sociais são ótimas ferramentas de  prospecção de popularidade, pois elas trabalham a favor da divulgação de seu site o  que, consequentemente, atrai links importantes também.</p>
<p><strong>2. Minha pergunta é em relação a indexação de conteúdo pelos motores de  busca. Além da otimização de meta-tags e constante atualização de informações,  quais as outras principais formas de otimizar um site? (Marcela Hippe)</strong></p>
<p>[Erick] – Oi Marcela. Você precisa analisar as questões técnicas como as trocas de protocolo, a engenharia de URLs e links internos/externos, entre outros fatores importantes. Em relação às  trocas de protocolo, você precisa garantir que o robô está recebendo os códigos de  status corretamente, para que o site não seja prejudicado em sua indexação.  Para as URLs, garanta que elas façam parte de uma estrutura hierárquica que  trabalhará a favor da inteligência artificial do mecanismo, ou seja, uma  arquitetura não tão profunda. Pense também em atrair links externos ao seu site,  de modo a melhorar sua popularidade e com isso aumentar cada vez mais o valor do  site perante os mecanismos de busca. A popularidade está relacionada  ao número e à qualidade dos links que apontam para o seu site. Sendo assim, elabore e  pense em como provocar e privilegiar essa ação que, quanto mais natural, melhor.</p>
<p><strong>3. &#8211; Quais são os 5 principais mitos relacionados a SEO que ainda reinam  na internet como verdade e porque são mitos? (Domicio Neto)<br />
</strong> [Erick] – Neto, penso que os melhores exemplos de coisas que não dão certo são aquelas técnicas que trabalham contra o SEO. Ou  seja, aquelas que não são efetivas para a otimização de sites, dentre elas:  esconder palavras-chave no código fonte, esconder palavras-chave através de CSS, utilizar blocos de repetições de palavras-chave nas meta tags keywords,  doorway pages (essa é antiga). Dessas que listei, todas foram muito utilizadas  no passado porque davam certo, por isso alguns ainda utilizam, mas posso  dizer que com bem menos intensidade do que antes. No entanto, sempre é possível  acabar esbarrando em algum site que utiliza isso ainda.  Falta um, não é? Vamos lá. Alguns discursam em prol das boas práticas de codificação HTML, etc. Eu também. No entanto, é mito que um  site sem o HTML validado no W3C não se posiciona em primeiro. Se posiciona,  sim. Nós recomendamos uma estrutura adequada, validada de HTML porque acreditamos  que isso vai ajudar o site no processo de indexação. No entanto, mesmo que  existam problemas no HTML, o site pode se posicionar sim. Há diversos exemplos  por aí, inclusive de sites estruturados em tabelas. Em SEO, se você perde em  alguma coisa, precisa ganhar em outra. Então, se a empresa tem um site onde a estrutura de código é ruim, precisa ganhar na popularidade, no conteúdo,  etc.</p>
<p><strong>4. O sitelink é uma consequência da otimização do site? Se sim, quais  são as dicas que influenciam um site tem sitelink nas buscas? (Nathalia  Jacintho)<br />
</strong> [Erick] – O site link é uma conseqüência de quão importante o mecanismo de busca entende que é o seu site e algumas de  suas áreas, perante um determinado termo. Logicamente, a otimização do site  pode influenciar isso sim. Ter uma estrutura flat (horizontal) de conteúdo,  com as áreas principais perto da raiz do site e uma boa engenharia de URLs (que  sejam amigáveis também) de links internos e externos, com certeza ajudará  muito.</p>
<p><strong>5. qual a métrica mais preciosa que uma homepage de um site &#8220;hard news&#8221; tem para oferecer aos seus anunciantes? Time spent? Bounce rate alta, mas com permanência legal (1,5 min ou  mais)? Já existem valores em $ para click em peças, quanto tempo falta para  seguidores, fãs e amigos também terem um preço? (Klaus)<br />
</strong></p>
<p>[Erick] – Os melhores para responder essa pergunta são os próprios anunciantes. Converse com alguns,  entenda o objetivo de cada  um deles e dê a eles métricas que irão atribuir um indicador relacionado àquilo  que eles realmente querem. Vejo muitos “media kits” de blogs onde são exploradas várias métricas quando, às vezes, pouco importa ao anunciante  uma ou outra. Ou seja, depois de uma conversa com alguns anunciantes, monte um “score” simples e amigável para visualização do ROI de uma forma que possa ser customizado perante diferentes objetivos.<a rel="external" href="http://midiassociais.blog.br/wp-content/uploads/2010/05/random.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2291" style="margin-top: 8px; margin-bottom: 8px;" title="random" src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/uploads/2010/05/random.jpg" alt="" width="156" height="179" /></a></p>
<p><strong>E aí, gostaram?</strong> E não pára por aí, o Erick Formaggio disponibilizou um exemplar do seu livro <a title="SEO – Otimização de Sites – Aplicando   técnicas de otimização  de sites com uma abordagem prática" href="http://www.brasport.com.br/informatica/seo-otimizacao-de-sites-aplicando-tecnicas-de-otimizacao-de-sites-com-uma-abordagem-pratica.html" target="_blank">SEO – Otimização de Sites – Aplicando técnicas de  otimização de sites com uma abordagem prática</a> para sortearmos aqui no blog, entre as pessoas que comentaram, com seus respectivos números:</p>
<p>1 &#8211; Achiles | 2 &#8211; Domicio | 3 &#8211; Diego | 4 -  Klaus | 5 &#8211; Rute | 6 &#8211; Marcela | 7 &#8211; Rafael | 8 &#8211; Nathalia. E o sortudo é:</p>
<p><strong>Parabéns, Marcela Hippe! Mande pra nós seu contato e endereço que enviamos pra você este presente do blog! E você, leitor do @midiasblog, fique ligado, mais promoções irão rolar por aqui! <img src='http://midiassociais.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </strong></p>

<div class="jwsharethis">
Compartilhe: 
<br />
<a href="mailto:?subject=Entrevista%20colaborativa%20sobre%20SEO%3A%20Erick%20Formaggio&amp;body=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F05%2F03%2Fentrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio%2F">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/email.png" alt="Share this page via Email" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F05%2F03%2Fentrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio%2F&amp;title=Entrevista+colaborativa+sobre+SEO%3A+Erick+Formaggio">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/su.png" alt="Share this page via Stumble Upon" />
</a>
<a target="_blank" href="http://digg.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F05%2F03%2Fentrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio%2F&amp;title=Entrevista+colaborativa+sobre+SEO%3A+Erick+Formaggio">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/digg.png" alt="Share this page via Digg this" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F05%2F03%2Fentrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio%2F&amp;t=Entrevista+colaborativa+sobre+SEO%3A+Erick+Formaggio">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/fb.png" alt="Share this page via Facebook" />
</a>
<a target="_blank" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=I+like+http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F05%2F03%2Fentrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio%2F&amp;title=Entrevista+colaborativa+sobre+SEO%3A+Erick+Formaggio">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/twitter.png" alt="Share this page via Twitter" />
</a>
</div>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F05%2F03%2Fentrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio%2F&amp;t=Entrevista%20colaborativa%20sobre%20SEO%3A%20Erick%20Formaggio" id="facebook_share_link_2290">Compartilhe no Facebook</a>
	<script type="text/javascript">
	<!--
	var button = document.getElementById('facebook_share_link_2290') || document.getElementById('facebook_share_icon_2290') || document.getElementById('facebook_share_both_2290') || document.getElementById('facebook_share_button_2290');
	if (button) {
		button.onclick = function(e) {
			var url = this.href.replace(/share\.php/, 'sharer.php');
			window.open(url,'sharer','toolbar=0,status=0,width=626,height=436');
			return false;
		}
	
		if (button.id === 'facebook_share_button_2290') {
			button.onmouseover = function(){
				this.style.color='#fff';
				this.style.borderColor = '#295582';
				this.style.backgroundColor = '#3b5998';
			}
			button.onmouseout = function(){
				this.style.color = '#3b5998';
				this.style.borderColor = '#d8dfea';
				this.style.backgroundColor = '#fff';
			}
		}
	}
	-->
	</script>
	
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://midiassociais.blog.br/2010/05/03/entrevista-colaborativa-sobre-seo-erick-formaggio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>66</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quais suas dúvidas sobre SEO ? Entrevista colaborativa do @midiasblog</title>
		<link>http://midiassociais.blog.br/2010/04/18/quais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog/</link>
		<comments>http://midiassociais.blog.br/2010/04/18/quais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 19:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>israel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[dúvida]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://midiassociais.blog.br/?p=2267</guid>
		<description><![CDATA[Atenção! Durante essa semana estaremos coletando perguntas sobre otimização de sites para mecanismos de buscas. O blog tem acesso a um grande profissional da área, que inclusive já publicou um livro sobre o assunto. Para não estragar a surpresa e sim, gerar uma curiosidade em vocês, não divulgarei o Entrevistado. Para sugerir as perguntas é muito simples, basta deixar aqui nesse post um comentário, com sua pergunta. Preencha seus dados, com twitter inclusive. O prazo para enviar sua pergunta deve &#8230; <a href="http://midiassociais.blog.br/2010/04/18/quais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fmidiassociais.blog.br%252F2010%252F04%252F18%252Fquais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FuCmf3Z%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Quais%20suas%20d%C3%BAvidas%20sobre%20SEO%20%3F%20Entrevista%20colaborativa%20do%20%40midiasblog%22%20%7D);"></div>
<p style="text-align: center;"><a rel="external" href="http://midiassociais.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/PergunteSEO.jpg"><img class="size-full wp-image-2268 aligncenter" title="Blog Mídias sociais cria entrevista colaborativa para profissional de SEO" src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/uploads/2010/04/PergunteSEO.jpg" alt="" width="550" height="424" /></a></p>
<p><strong>Atenção</strong>! Durante essa semana estaremos coletando perguntas sobre <strong>otimização de sites para mecanismos de buscas</strong>. O blog tem acesso a um grande profissional da área, que inclusive já publicou um livro sobre o assunto. Para não estragar a surpresa e sim, gerar uma curiosidade em vocês, não divulgarei <strong>o Entrevistado. </strong></p>
<p>Para sugerir as perguntas é muito simples, basta deixar aqui nesse post um comentário, com sua pergunta. Preencha seus dados, com <strong>twitter</strong> inclusive.</p>
<p>O prazo para enviar sua pergunta deve ir até na <strong>Sexta Feira dia 23 de Abril.</strong></p>
<p>Fique à vontade para mandar sua pergunta como quiser, você pode apenas escrever nos comentários ou fazer um <strong>áudio ou vídeo</strong> com sua pergunta, que deverá ser postado em qualquer site de compartilhamento de áudio ou vídeo e o link colado nos comentários. Se sua pergunta for escolhida <strong>será inserido no post.</strong></p>
<p>Assim faremos uma <strong>entrevista colaborativa</strong> com os leitores do <strong>Blog Mídias Sociais</strong>. A intenção é entregar para vocês um conteúdo ainda mais <strong>relevante</strong>. Espero que gostem e participem, aproveitando esta oportunidade!</p>
<p><a title="@idegasperi" href="http://twitter.com/idegasperi" target="_blank">@idegasperi</a></p>

<div class="jwsharethis">
Compartilhe: 
<br />
<a href="mailto:?subject=Quais%20suas%20d%C3%BAvidas%20sobre%20SEO%20%3F%20Entrevista%20colaborativa%20do%20%40midiasblog&amp;body=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F04%2F18%2Fquais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog%2F">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/email.png" alt="Share this page via Email" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F04%2F18%2Fquais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog%2F&amp;title=Quais+suas+d%C3%BAvidas+sobre+SEO+%3F+Entrevista+colaborativa+do+%40midiasblog">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/su.png" alt="Share this page via Stumble Upon" />
</a>
<a target="_blank" href="http://digg.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F04%2F18%2Fquais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog%2F&amp;title=Quais+suas+d%C3%BAvidas+sobre+SEO+%3F+Entrevista+colaborativa+do+%40midiasblog">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/digg.png" alt="Share this page via Digg this" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F04%2F18%2Fquais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog%2F&amp;t=Quais+suas+d%C3%BAvidas+sobre+SEO+%3F+Entrevista+colaborativa+do+%40midiasblog">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/fb.png" alt="Share this page via Facebook" />
</a>
<a target="_blank" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=I+like+http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F04%2F18%2Fquais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog%2F&amp;title=Quais+suas+d%C3%BAvidas+sobre+SEO+%3F+Entrevista+colaborativa+do+%40midiasblog">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/twitter.png" alt="Share this page via Twitter" />
</a>
</div>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F04%2F18%2Fquais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog%2F&amp;t=Quais%20suas%20d%C3%BAvidas%20sobre%20SEO%20%3F%20Entrevista%20colaborativa%20do%20%40midiasblog" id="facebook_share_link_2267">Compartilhe no Facebook</a>
	<script type="text/javascript">
	<!--
	var button = document.getElementById('facebook_share_link_2267') || document.getElementById('facebook_share_icon_2267') || document.getElementById('facebook_share_both_2267') || document.getElementById('facebook_share_button_2267');
	if (button) {
		button.onclick = function(e) {
			var url = this.href.replace(/share\.php/, 'sharer.php');
			window.open(url,'sharer','toolbar=0,status=0,width=626,height=436');
			return false;
		}
	
		if (button.id === 'facebook_share_button_2267') {
			button.onmouseover = function(){
				this.style.color='#fff';
				this.style.borderColor = '#295582';
				this.style.backgroundColor = '#3b5998';
			}
			button.onmouseout = function(){
				this.style.color = '#3b5998';
				this.style.borderColor = '#d8dfea';
				this.style.backgroundColor = '#fff';
			}
		}
	}
	-->
	</script>
	
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://midiassociais.blog.br/2010/04/18/quais-suas-duvidas-sobre-seo-entrevista-colaborativa-do-midiasblog/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>31</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sou Mais Web: Entrevista com @ninocarvalho</title>
		<link>http://midiassociais.blog.br/2010/02/24/entrevista-com-ninocarvalho/</link>
		<comments>http://midiassociais.blog.br/2010/02/24/entrevista-com-ninocarvalho/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 11:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>israel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[@ninocarvalho]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[sou mais web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.midiassociais.blog.br/?p=1940</guid>
		<description><![CDATA[1) Israel pergunta: Nino, Apresente-se e nos conta um pouco como foi a trajetória do seu trabalho. Você tem uma agência que presta assessoria e realiza o já conceituado Sou Mais WEB. O que você pode nos contar em relação às empresas que atende? Quais são os casos ou o que vc percebe do mercado que está comprando esse tipo de assessoria ? @ninocarvalho responde: trabalho com internet há 12 anos, tendo sido um dos pioneiros no Brasil e, hoje, sou &#8230; <a href="http://midiassociais.blog.br/2010/02/24/entrevista-com-ninocarvalho/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fmidiassociais.blog.br%252F2010%252F02%252F24%252Fentrevista-com-ninocarvalho%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Sou%20Mais%20Web%3A%20Entrevista%20com%20%40ninocarvalho%20%22%20%7D);"></div>
<p><a rel="attachment wp-att-1942" href="http://midiassociais.blog.br/?attachment_id=1942"><img class="size-full wp-image-1942 alignleft" title="Entrevista com @ninocarvalho" src="http://www.midiassociais.blog.br/wp-content/uploads/2010/02/nino-carvalho.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><strong> </strong></p>
<p><strong>1) Israel pergunta</strong>: Nino, Apresente-se e nos conta um pouco como foi a trajetória do seu trabalho. Você tem uma agência que presta assessoria e realiza o já conceituado Sou Mais WEB. O que você pode nos contar em relação às empresas que atende? Quais são os casos ou o que vc percebe do mercado que está comprando esse tipo de assessoria ?</p>
<p><a title="http://twitter.com/ninocarvalho" href="http://twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">@ninocarvalho</a> <strong>responde:</strong> trabalho com internet há 12 anos, tendo sido um dos pioneiros no Brasil e, hoje, sou reconhecido como referência nacional em Marketing Digital. Sou jornalista, Mestre em Administração de Empresas (<a title="http://www.ibmec.br/" href="http://www.ibmec.br/" target="_blank">IBMEC</a>) e pós-graduado em Marketing e Estratégia pelo Chartered Institute of Marketing (<a title="http://www.cim.co.uk/" href="http://www.cim.co.uk/" target="_blank">CIM</a>, no Reino Unido). Estou concluindo o MBA em Gestão de Pessoas da <a rel="external" href="http://www.fgv.br/">FGV</a> e fiz cursos de extensão na ESPM, John Moore University (Liverpool) e Manchester University.<span id="more-1940"></span></p>
<p>Sou consultor em Estratégias e Inteligência de Marketing Digital da <a title="http://thegodfather.com.br/" href="http://thegodfather.com.br/" target="_blank">Godfather Estratégias Sociais</a> e atendo a empresas nacionais e internacionais em diversos segmentos. Concebi e implementei programas de capacitação, estratégias, soluções e planos de e-marketing, em organizações como: <a title="http://www.souzacruz.com.br/" href="http://www.souzacruz.com.br/" target="_blank">Souza Cruz</a>, <a title="http://www.click21.com.br/" href="http://www.click21.com.br/" target="_blank">Embratel</a>, L’Óreal, Wyeth (Centrum e Advil), <a title="http://www.ibeu.org.br/" href="http://www.ibeu.org.br/" target="_blank">Ibeu</a>, <a title="http://www.sportv.com.br/" href="http://www.sportv.com.br/" target="_blank">SporTV</a>, <a title="http://www.twitter.com/inpresspni" href="http://www.twitter.com/inpresspni" target="_blank">InPress Porter Novelli</a>, Cadê / StarMedia, <a title="http://www.nd.edu.au/" href="http://www.nd.edu.au/" target="_blank">University of Notre Dame Australia</a>, Invent (onde fui Gerente de Comunicação dos sites Central de Desejos, Orelha Digital e Elefante), <a title="http://www.forumpcs.com.br/" href="http://www.forumpcs.com.br/" target="_blank">Forum PCs</a>, Furnas, <a title="http://www.comuniquese.com.br/" href="http://www.comuniquese.com.br/" target="_blank">Comunique-se</a>, XPress Comunicação, Qualimetrica Pesquisa, <a title="http://www.cbtu.gov.br/" href="http://www.cbtu.gov.br/" target="_blank">CBTU</a>, entre outras.</p>
<p>Atuei como e-Creative Director para a América Latina e o Caribe no <a title="http://www.britishcouncil.org.br/" href="http://www.britishcouncil.org.br/" target="_blank">British Council</a> (órgão do Governo Britânico para Educação e Cultura), onde liderou o Online Transformation Programme – uma iniciativa global na qual desenvolveu metodologias e guidelines que estão sendo implementados mundialmente em toda a organização. Posicionei a América Latina como centro de e-soluções e criatividade online em mais de 100 países. Sou reconhecido amplamente pela excelência na gestão de projetos de internet com foco no cliente, sempre alcançando alto impacto junto ao público-alvo.</p>
<p>Ministro programas de treinamento, cursos e palestras sobre Comunicação e Marketing Online, Redes Sociais, Planejamento Estratégico, Marketing de Relacionamento e Marketing de Serviços, em organizações e instituições de ensino como: Presidência da República, Senado Federal, British Council (Brasil, Reino Unido, Chile, Argentina, Venezuela e Colômbia), Câmara de Comércio Americana (AmCham), Governo do Rio de Janeiro, Prefeitura de Porto Alegre, Universidade de Vila Velha (ES), Universidade Gama Filho, Estácio (RJ e ES), UFF, Univale (MG), PUC-RJ, Facha, Universidade de Belas Artes (SP), UFRJ, IBMEC-RJ, UniUbe (MG), Universidade Cândido Mendes, CEFET, entre outras.</p>
<p>Sou idealizador, coordenador e professor da <a title="http://www.igec.com.br/index.php/gesta-estrategica-de-marketing-digital" href="http://www.igec.com.br/index.php/gesta-estrategica-de-marketing-digital" target="_blank">pós-graduação em Gestão Estratégica de Marketing Digital</a>, na Facha, tida como o principal curso da área em todo o país (segundo comunidades e veículos de comunicação, marketing e jornalismo na web). O curso está na quarta turma e conta com cerca de 100 alunos, incluindo algumas feras do mercado de internet do Brasil e do RJ.<br />
Leciono, desde 2006, a cadeira “Marketing Digital” para o curso de graduação em Administração da UFRJ.</p>
<p>Promovo no <a title="http://godfathertheblog.wordpress.com/souweb/" href="http://godfathertheblog.wordpress.com/souweb/" target="_blank">#soumaisweb</a> debates sobre diversos temas em internet, que conta com muitos dos principais ícones da área de Comunicação e Marketing Digital de todo o país. O evento é atendido por um público extremamente qualificado (profissionais muito bem colocados no mercado e super conectados) e atrai cerca de 130 pessoas fisicamente, gerando mais de 1000 posts no Twitter durante as 3h de debate.</p>
<p>Na verdade, em <strong>primeira mão</strong> posso adiantar ao <strong>blog Mídias Sociais</strong> que estou pausando as atividades da Godfather Estratégias Sociais, pois aceitei um convite de uma das principais agências de comunicação do Brasil para gerenciar sua área de Estratégia e Marketing Digital. De qualquer maneira, durante minha carreira atendi a empresas de diversos setores e de portes variados. Ironicamente, o mais interessante que posso contar destas experiências é o fator comum a quase TODAS elas: não importa se era uma multinacional entre as 20 maiores do planeta, ou empresa familiar com 10 funcionários – em todos os casos, sempre houve uma mistura de receio, atração e mistério em relação à investimento em internet. As empresas –ainda!- estão experimentando no mundo digital. É comum ver casos de organizações que não só têm dificuldade de compreender os esforços necessários (tempo, dinheiro, pessoas) para estar na internet, como também os severos impactos internos na organização e sua cultura.</p>
<p>De qualquer maneira, fico feliz de perceber que, cada vez mais, as empresas percebem o valor de investir em assessoria/consultoria em planejamento estratégico de marketing digital, em vez de sair comprando sites, blogs ou “twitters” de agências que são reles “fazedoras de sites” ou que sugerem ações em redes sociais indiferentemente das necessidades e peculiaridades do cliente.</p>
<p><strong>2) Mariana pergunta</strong>: Considerando que a performance digital de uma marca é uma somatória de diversos projetos (SEO, Links Patrocinados, ações em mídias sociais, webdesign, e por aí vai), você acha que a parcela de investimento que as empresas têm feito nesta área é significativa comparada aos investimentos em mídia tradicional? A premissa de que mídia social é sinônimo de investimento baixo ainda perdura?</p>
<p><a title="http://twitter.com/ninocarvalho" href="http://twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">@ninocarvalho</a> <strong>responde: </strong>De maneira geral, Mariana, os investimentos ainda são baixos sim, mas crescem visivelmente a cada ano. Em média, quando inicio o trabalho em uma empresa, os clientes usam cerca de 10% (no máximo!) de sua verba de marketing na área de internet. No segundo ano, este número cresce para 12 ou 15% e, a cada ano financeiro tende a subir mais.</p>
<p>Em um caso específico comecei trabalhando com um orçamento de 150 mil reais e, quatro anos depois, tinha mais de três milhões para ações digitais.</p>
<p>Como você colocou, no entanto, mídias sociais continuam sendo sinônimo de sucesso fácil a baixo custo. Atribuo esse problema ao que chamo de pseudo-agências. Isso destrói nosso mercado. Esses vendedores de serviços digitais passam a idéia equivocada de que, na internet, é necessário pouco para se conseguir muito. MENTIRA. A única verdade que talvez seja mais aceitável é que, muito provavelmente, no mundo digital você atinge resultados melhores com menos investimentos se comparado aos esforços no mundo offline. Isso não quer dizer (de maneira alguma!) que com pouco dinheiro se faz milagre. Ninguém fica rico com pirâmide e ninguém emagrece comendo pizza.</p>
<p><strong>3) Ernani pergunta</strong>: Eu não acho que alguém deva pautar sua carreira em redes sociais. Ao ouvir &#8220;Especialista em redes sociais&#8221; o que eu eu ouço é &#8220;Especialista em twittar o dia inteiro&#8221;. Você concorda?</p>
<p><a title="http://twitter.com/ninocarvalho" href="http://twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">@ninocarvalho</a> <strong>responde: </strong>Acho que sim, Ernani. Quando vemos no mercado empresas ou profissionais que são especialistas em redes sociais, também tendo a interpretar que esta figura sabe criar perfil no Orkut, twitta o dia todo e posta links no Facebook.</p>
<p>Por isso faço questão (e, às vezes, tenho que colocar isso de maneira mais enfática) de dizer sempre aos clientes, prospects etc, a seguinte frasezinha (com algumas variações <img src='http://midiassociais.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> ): “Não sou de internet, sou de marketing! Estou na internet por coincidência&#8230;”. Essa brincadeira é pra ilustrar que não existe profissional de internet. Sério, não existe. Acredito em profissionais de marketing, comunicação, sociologia, publicidade, tecnologia etc que trabalham com foco no ambiente online e, assim, entendem suas particularidades e sabem como aplicar as características peculiares do mundo digital aos conceitos-chave de marketing, comunicação etc.</p>
<p>Felizmente, cada vez mais tenho visto profissionais de peso propagarem essa idéia e, por conseqüência, os clientes ou compradores de soluções digitais estão mais bem educados nesse aspecto. Agências sérias como a Frog, a In Press, a Textual, Click e tantas outras trabalham nessa linha, bem como profissionais que defendem esta forma de pensar e merecem destaque pelo papel importante no árduo e lento processo de educação do mercado, como Patrícia “Miss” Moura, Sérgio “Skrol” Salustiano, Rizzo Miranda, Fábio Carvalho, Andrea Thompson, Alexandre Carvalho, Gabriel Rossi e o próprio Tarcízio, que está nessa entrevista, entre outros.</p>
<p><strong>4) Tarcízio pergunta</strong>: Vamos para aquela velha pergunta clichê, mas um pouco diferente. Ao invés de perguntar &#8220;o que você recomenda para o &#8216;jovem&#8217; profissional?&#8221;, quero te perguntar o que você recomenda para o profissional já no mercado de trabalho de mídias sociais? Como manter-se &#8220;atualizado&#8221; e preparado para enfrentar as transformações que acontecem e acontecerão a cada mês neste mercado?</p>
<p><a title="http://twitter.com/ninocarvalho" href="http://twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">@ninocarvalho</a> <strong>responde: <span style="font-weight: normal;">E</span><span style="font-weight: normal;">xcelente! Muito bem colocado, mestre! Tá cheio de oferta pro “jovem profissional” ou “pra quem ta entrando no mercado”, mas pouco se fala de quem já está trabalhando na área e já é profissional formado de comunicação / marketing online. Infelizmente, meu caro, não há tantas opções de cursos para estas pessoas. A solução é ou partir para um mestrado, ou entrar em algum dos raros cursos de pós-graduação que temos no Brasil dentro deste tema. Ou seja, a solução para os profissionais mais experientes é acompanhar publicações (acadêmicas inclusive, o que normalmente é impensado para o prático) e, principalmente, blogs / sites e influenciadores de peso. Nessa linha, além do Twitter e blog dos profissionais que citei acima, recomendo: BlueBus, WebInsider, iMedia Connection, Neposts (blog do Nepo), eMarketer, Marketing Charts, Mashable, ClickZ, e gosto também de acompanhar o Delicious da Miss Moura e do Roney B. </span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Por fim, vale dar a dica de assinar alertas do Google com os termos que voce esta interessado (“Redes Sociais”, “Perfil internauta”, “Estrategia” etc) e receber novidades diárias sobre o tema (uma espécie de clipping).<br />
</span></strong></p>
<p><strong>5) Israel Pergunta</strong>: Quais os planos para o Sou Mais WEB em 2010? Sabemos que o Gabriel Rossi estará no Rio de Janeiro em março, é isso? E vocês tem planejado outros eventos pelo Brasil?</p>
<p><a title="http://twitter.com/ninocarvalho" href="http://twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">@ninocarvalho</a> <strong>responde: </strong>Exato! O feríssima Gabriel Rossi vai ser um dos convidados para o #SouMaisWeb sobre eBranding (o primeiro de 2010) ao lado do Andrei Scheiner, Daniela Meirelles e Fabio Carvalho. O evento é organizado por mim e não tem fins lucrativos – a idéia é unir o mercado. O downside disso é que cada mês é uma dificuldade para viabilizar o debate, pois cada vez tenho menos tempo de abraçar a causa. Ainda assim, por iniciativa dos próprios internautas (a maioria também profissionais de marketing online – muito ativos e dedicados às novas mídias) este ano estamos indo pra Minas Gerais (Uberlândia) e São Paulo. Estes dois com certeza ainda este semestre.</p>
<p>Também recebo convites de pessoas querendo levar o debate para Juiz de Fora e BH (também em Minas), Fortaleza, Espírito Santo, Floripa, entre outros.</p>
<p><strong>6) Ernani pergunta</strong>: Finalmente, internet virou sinônimo de redes sociais?</p>
<p><a title="http://twitter.com/ninocarvalho" href="http://twitter.com/ninocarvalho" target="_blank">@ninocarvalho</a> <strong>responde: </strong>Nããããão! Se virou, vamos tentar desvirar rsrsrs&#8230; É compreensível essa associação e generalização, mas internet está longe de ser “redes sociais”. Pode ser que o pensador Nepomuceno até diga que a internet é uma grande-mega-consolidade rede social, mas o conceito vai além disso. Nos próximos anos veremos a internet fazer parte da nossa vida além dos computadores. Já é comum (embora irrealista de maneira ampla em países menos desenvolvidos, incluindo o Brasil) internet em dispositivos móveis. Mas veremos a internet presente no metrô, no carro, na geladeira, na TV, no guarda-chuva, na maquininha de coca-cola, nos relógios e nas salas de aula. O que quero dizer é que o conceito de internet é tão vasto que, em um futuro não muito distante só lembraremos da internet quando faltar. Isso mesmo, tipo eletricidade (“ah, acabou a internet&#8230;” e uns minutos depois “ih! Voltou!”). A internet nos ajudará –sim- na socialização, mas também no comércio, medicina, evolução do conhecimento etc.</p>

<div class="jwsharethis">
Compartilhe: 
<br />
<a href="mailto:?subject=Sou%20Mais%20Web%3A%20Entrevista%20com%20%40ninocarvalho&amp;body=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F02%2F24%2Fentrevista-com-ninocarvalho%2F">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/email.png" alt="Share this page via Email" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F02%2F24%2Fentrevista-com-ninocarvalho%2F&amp;title=Sou+Mais+Web%3A+Entrevista+com+%40ninocarvalho">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/su.png" alt="Share this page via Stumble Upon" />
</a>
<a target="_blank" href="http://digg.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F02%2F24%2Fentrevista-com-ninocarvalho%2F&amp;title=Sou+Mais+Web%3A+Entrevista+com+%40ninocarvalho">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/digg.png" alt="Share this page via Digg this" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F02%2F24%2Fentrevista-com-ninocarvalho%2F&amp;t=Sou+Mais+Web%3A+Entrevista+com+%40ninocarvalho">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/fb.png" alt="Share this page via Facebook" />
</a>
<a target="_blank" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=I+like+http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F02%2F24%2Fentrevista-com-ninocarvalho%2F&amp;title=Sou+Mais+Web%3A+Entrevista+com+%40ninocarvalho">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/twitter.png" alt="Share this page via Twitter" />
</a>
</div>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F02%2F24%2Fentrevista-com-ninocarvalho%2F&amp;t=Sou%20Mais%20Web%3A%20Entrevista%20com%20%40ninocarvalho%20" id="facebook_share_link_1940">Compartilhe no Facebook</a>
	<script type="text/javascript">
	<!--
	var button = document.getElementById('facebook_share_link_1940') || document.getElementById('facebook_share_icon_1940') || document.getElementById('facebook_share_both_1940') || document.getElementById('facebook_share_button_1940');
	if (button) {
		button.onclick = function(e) {
			var url = this.href.replace(/share\.php/, 'sharer.php');
			window.open(url,'sharer','toolbar=0,status=0,width=626,height=436');
			return false;
		}
	
		if (button.id === 'facebook_share_button_1940') {
			button.onmouseover = function(){
				this.style.color='#fff';
				this.style.borderColor = '#295582';
				this.style.backgroundColor = '#3b5998';
			}
			button.onmouseout = function(){
				this.style.color = '#3b5998';
				this.style.borderColor = '#d8dfea';
				this.style.backgroundColor = '#fff';
			}
		}
	}
	-->
	</script>
	
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://midiassociais.blog.br/2010/02/24/entrevista-com-ninocarvalho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>21</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com @missmoura</title>
		<link>http://midiassociais.blog.br/2010/01/11/entrevista-com-missmoura/</link>
		<comments>http://midiassociais.blog.br/2010/01/11/entrevista-com-missmoura/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 11:57:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>israel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[@missmoura]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.midiassociais.blog.br/?p=1324</guid>
		<description><![CDATA[Trabalho sobre novas mídias desenvolvido por estudantes de comunicação da PUC-Rio para a disciplina de Comunicação Audiovisual. Novas Mídias com Patricia Moura from Mayara Benatti on Vimeo. Compartilhe: Compartilhe no Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fmidiassociais.blog.br%252F2010%252F01%252F11%252Fentrevista-com-missmoura%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Entrevista%20com%20%40missmoura%22%20%7D);"></div>
<p>Trabalho sobre <strong>novas mídias</strong> desenvolvido por estudantes de <strong>comunicação da PUC-Rio</strong> para a disciplina de Comunicação Audiovisual.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8562362&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8562362&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a rel="external" href="http://vimeo.com/8562362">Novas Mídias com Patricia Moura</a> from <a rel="external" href="http://vimeo.com/user2916154">Mayara Benatti</a> on <a rel="external" href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>

<div class="jwsharethis">
Compartilhe: 
<br />
<a href="mailto:?subject=Entrevista%20com%20%40missmoura&amp;body=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F01%2F11%2Fentrevista-com-missmoura%2F">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/email.png" alt="Share this page via Email" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F01%2F11%2Fentrevista-com-missmoura%2F&amp;title=Entrevista+com+%40missmoura">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/su.png" alt="Share this page via Stumble Upon" />
</a>
<a target="_blank" href="http://digg.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F01%2F11%2Fentrevista-com-missmoura%2F&amp;title=Entrevista+com+%40missmoura">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/digg.png" alt="Share this page via Digg this" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F01%2F11%2Fentrevista-com-missmoura%2F&amp;t=Entrevista+com+%40missmoura">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/fb.png" alt="Share this page via Facebook" />
</a>
<a target="_blank" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=I+like+http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F01%2F11%2Fentrevista-com-missmoura%2F&amp;title=Entrevista+com+%40missmoura">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/twitter.png" alt="Share this page via Twitter" />
</a>
</div>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2010%2F01%2F11%2Fentrevista-com-missmoura%2F&amp;t=Entrevista%20com%20%40missmoura" id="facebook_share_link_1324">Compartilhe no Facebook</a>
	<script type="text/javascript">
	<!--
	var button = document.getElementById('facebook_share_link_1324') || document.getElementById('facebook_share_icon_1324') || document.getElementById('facebook_share_both_1324') || document.getElementById('facebook_share_button_1324');
	if (button) {
		button.onclick = function(e) {
			var url = this.href.replace(/share\.php/, 'sharer.php');
			window.open(url,'sharer','toolbar=0,status=0,width=626,height=436');
			return false;
		}
	
		if (button.id === 'facebook_share_button_1324') {
			button.onmouseover = function(){
				this.style.color='#fff';
				this.style.borderColor = '#295582';
				this.style.backgroundColor = '#3b5998';
			}
			button.onmouseout = function(){
				this.style.color = '#3b5998';
				this.style.borderColor = '#d8dfea';
				this.style.backgroundColor = '#fff';
			}
		}
	}
	-->
	</script>
	
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://midiassociais.blog.br/2010/01/11/entrevista-com-missmoura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>15</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Andrea Hiranaka da E-life</title>
		<link>http://midiassociais.blog.br/2009/12/30/entrevista-com-andrea-hiranaka/</link>
		<comments>http://midiassociais.blog.br/2009/12/30/entrevista-com-andrea-hiranaka/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 16:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>israel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[E.Life]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas]]></category>
		<category><![CDATA[rp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.midiassociais.blog.br/?p=1288</guid>
		<description><![CDATA[O Mídias Sociais Blog entrevistou Andréa Hiranaka. Ela é formada em Relações Públicas, pela ECA-USP e trabalha com pesquisa de mercado há 3 anos, atualmente na E-life. Ela sempre teve interesse em mídias sociais, mas começou a ingressar nesse mundo com o seu TCC. O tema foram as mídias sociais como ferramentas de relacionamento e pesquisa com os stakeholders. A abordagem foi focada no crescimento do acesso à internet no país e como os comunicadores, principalmente os que trabalham com &#8230; <a href="http://midiassociais.blog.br/2009/12/30/entrevista-com-andrea-hiranaka/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fmidiassociais.blog.br%252F2009%252F12%252F30%252Fentrevista-com-andrea-hiranaka%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Entrevista%20com%20Andrea%20Hiranaka%20da%20E-life%22%20%7D);"></div>
<p>O Mídias Sociais Blog entrevistou Andréa Hiranaka. Ela é formada em Relações Públicas, pela ECA-USP e trabalha com pesquisa de mercado há 3 anos, atualmente na <a rel="external" href="http://www.elife.com.br/" target="_blank">E-life</a>. Ela sempre teve interesse em mídias sociais, mas começou a ingressar nesse mundo com o seu TCC. O tema foram as mídias sociais como ferramentas de relacionamento e pesquisa com os stakeholders. A abordagem foi focada no crescimento do acesso à internet no país e como os comunicadores, principalmente os que trabalham com Relações Públicas, que têm como ideal a comunicação de mão dupla.<br />
Perguntamos sobre sua visão em relação a forma com que as empresas tratam as mídias sociais e também empregos na área. A entrevista segue abaixo, após, a apresentação</p>
<div id="__ss_2583943" style="width: 600px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Hábitos de uso e comportamento dos internautas brasileiros em mídias sociais" href="http://www.slideshare.net/Elife2009/hbitos-de-uso-e-comportamento-dos-internautas-brasileiros-em-mdias-sociais-2583943">Hábitos de uso e comportamento dos internautas brasileiros em mídias sociais</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=pesquisaelifeinpressfinal2310091-091125113544-phpapp02&amp;stripped_title=hbitos-de-uso-e-comportamento-dos-internautas-brasileiros-em-mdias-sociais-2583943" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=pesquisaelifeinpressfinal2310091-091125113544-phpapp02&amp;stripped_title=hbitos-de-uso-e-comportamento-dos-internautas-brasileiros-em-mdias-sociais-2583943" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">Pesquisa Feita pela E-life</div>
</div>
<p><strong>Ernani Rocha:  Falando sobre utilizar Social Media como ferramenta de trabalho, sempre me ocorre uma dúvida. Quando os investidores/clientes/empresários irão tratar Social media de uma maneira mais &#8220;adulta&#8221;?</strong><br />
<strong><br />
Andréa Hiranaka:</strong> Olha, acho que ainda todos nós estamos em aprendizado, não só as empresas, como as próprias agências. Claramente, alguns acumulam mais experiência, mas ainda os aprendizados se acumulam por tentativa e erro. Acho que o mais difícil é a mudança de olhar na comunicação, ainda existe medo de perder os controle das mensagens (apesar de eu pessoalmente achar que nunca houve controle).<br />
<span id="more-1288"></span><br />
<strong><br />
ER:  Eu também acho que nunca houve controle.</strong><br />
<strong><br />
AH: </strong>Pois é! O problema é que antes o que não era controlado, não era visível. Hoje ele fica disponível na web. As mídias sociais só serão utilizadas de verdade quando:<br />
1. Os profissionais aprenderem a olhar a comunicação de outra forma<br />
2. Se acumularem mais experiências positivas no mercado.</p>
<p><strong>ER:  Sobre monitoramento em si. Você acha que em um futuro próximo toda grande empresa irar procurar saber o que está sendo falado nas redes sociais sobre suas marcas?</strong></p>
<p><strong>AH:</strong> Espero que sim! Acho que algumas categorias irão &#8220;chegar lá&#8221; antes que outras, mas de qualquer forma acho a monitoração interessante não só pra ver críticas e elogios, como a maioria faz hoje, mas também como fonte pra inteligência de mercado. Já vi alguns clientes nossos começarem um trabalho de investigação com os nossos dados, e com esse &#8220;preview&#8221; em mãos, passaram pra pesquisa de mercados tradicionais e desenvolveram a informação para o negócio em si. Espero que as empresas realmente pensem em monitoração como janela para o seu mercado e para o seu consumidor um dia.</p>
<p><strong>ER:  É, eu também. Apesar de ser planner, gostei bastante de trabalhar com o outro lado na moeda, pois, fica claro é possível se adequar ao mercado quase que em tempo real.</strong></p>
<p><strong>AH:</strong> Exatamente! Acho que até ajuda MUITO o planejamento. O resultado fica mais real.<br />
<strong><br />
ER:  Isso. Aqui no blog nós falamos bastante sobre &#8220;empregabilidade&#8221;. Qual o perfil de alguém que quer trabalhar com monitoramento?</strong></p>
<p><strong><br />
AH:</strong> Olha, principalmente pro trabalho de análise de dados, acho que é importante ter algum contato com pesquisa de mercado. Todos os analistas que trabalham comigo tem essa experiência. Até para que os dados sejam analisados da forma correta. E, claro, ter interesse em internet, mídias sociais, etc. E usá-los! Afinal, só quem usa entende como as mensagens funcionam, como elas se propagam, qual a importância do número de followers, de views, de amigos, por exemplo. Também tem muita gente fala que em mídias sociais é mais fácil de mensurar resultados, porque existem analytics, existem números e números. Mas qual número olhar? Como olhar? Coisas que só o uso e só entendendo os serviços faz entender.</p>
<p><strong>ER:  Entendo. Você falou sobre o Google Analytics. Quais ferramentas de monitoramento você usa?</strong></p>
<p><strong>AH: </strong> Na verdade, na E.Life temos o E.Life Monitor, que é um software proprietário. Além dele, temos outras ferramentas, como o E.Life Tweetmeter, que faz a monitoração automática no Twitter, o E.Life Engine, que faz a busca por dados brutos, mas grande parte do meu trabalho é feito nas ferramentas internas.</p>
<p><strong>ER:  Bacana. Já trabalhei em outra agência de Social Media, a Dialeto, e eles também tinham ferramentas internas. </strong><br />
<strong><br />
AH:</strong> Sei, conheço, concorrente</p>
<p><strong>ER: Já que você falou da E.Life gostaria de comentar sobre um assunto um pouco polêmico.</strong></p>
<p><strong>AH:</strong> Fale.<br />
<strong><br />
ER:  Vocês publicaram<a rel="external" href="http://www.slideshare.net/Elife2009/hbitos-de-uso-e-comportamento-dos-internautas-brasileiros-em-mdias-sociais-2583943" target="_blank"> uma pesquisa </a>onde falam que o Twitter é mais usado do que o Orkut no Brasil. Blogueiros, profissionais e usuários comuns ficaram divididas em relação a isso. Gostaria de te dar esse espaço para se defender</strong></p>
<p>AH:  Na verdade, a nossa pesquisa fala que o Twitter é utilizado com mais freqüência do que o Orkut (até mesmo os gráficos apontados no blog da Exame mostram isso). O que é natural, porque faz parte da ferramenta. O Twitter requer uma &#8220;dedicação&#8221; maior que o Orkut. Na nossa pesquisa, o Orkut ainda está à frente em números de cadastrados: 89,6% dos nossos entrevistados fala que tem conta no Orkut contra 80,1% de cadastrados no Twitter. Já perguntando &#8220;Qual deles você mais utiliza?&#8221;, o Twitter passa à frente: 68,1% fala que utiliza mais o Twitter e 63,1% fala que utiliza mais o Orkut.</p>
<p><strong>ER:  Bacana. Eu não tive contato com a pesquisa., porém, da maneira que você explicou parece bem simples de entender.Porque será que algumas pessoas tiveram dificuldade em &#8220;acreditar&#8221; nesses dados?</strong></p>
<p><strong>AH: </strong> De verdade, os dados foram mais ou menos o que eu esperava. Talvez pelos entrevistados serem mais jovens, mais de alta renda, etc, tenha causado um certo receio, mas outras pesquisas mostram que ainda o perfil do internauta brasileiro é esse. Recentemente foi publicada a PNAD (Pesquisa Nacional de Domicílios) do IBGE com os dados de 2008 e realmente o internauta ainda é mais jovem, ainda é mais concentrado no Sudeste e ainda tem alta renda, apesar de haver tido sim um aumento do acesso nas classes mais baixas.<br />
<strong><br />
ER:  Bacana. Você fez TCC sobre mídias sociais e várias pessoas entram em contato comigo, pois, estão fazendo TCC sobre isso também. A maioria deles pretendem entrar nesse mercado. Sabemos que as mídias sociais ainda é algo um pouco &#8220;underground&#8221;.  Você aconselha que estudantes tenham como foco de carreira nas mídias sociais?</strong></p>
<p><strong><br />
AH:</strong> Eu acho que o interesse aumentou porque ainda é uma novidade, principalmente porque as universidades ainda não tratam ou tratam muito pouco disso no currículo dos cursos de Comunicação.<br />
Na verdade eu acho que quando essa coisa toda amadurecer, vamos ter profissionais QUE TAMBÉM saibam lidar com mídias sociais. Planners que trabalhem com mídias sociais, criativos que trabalhem com mídias sociais, Relações Públicas que trabalhem com mídias sociais.</p>
<p><strong>ER:  Entendo. Você acha que a exclusividade em mídias sociais vai acabar?</strong></p>
<p><strong>AH:</strong> Até teve uma brincadeira recente no Twitter dizendo que todo mundo hoje é &#8220;analista de mídias sociais&#8221;. Acho que ele vai ser (deve ser) uma especialidade, um conhecimento, e não uma carreira em si.<br />
<strong><br />
ER:  Já que você tocou no assunto, queria fazer mais uma perguntinha. Posso?</strong></p>
<p><strong>AH: </strong>Claro</p>
<p><strong>ER:  Hoje em dia eu percebo (e VEJO) que contratação para mídias sociais muitas vezes tem parâmetro o fator “blogueiro Hype”. Você acha que uma pessoa só por ter um blog com uma visitação boa tem a competência necessária para trabalhar nessa área?</strong></p>
<p><strong>AH:</strong> Vejo mais problema em ser pessoas muito novas do que ser blogueiro. Muitos ainda nem tem experiência profissional (ou até experiência acadêmica) pra lidar com empresas, marcas, negócios. Por isso que eu acredito em profissionais que entendam de mídias sociais, é uma responsabilidade muito grande e que requer conhecimento profissional lidar com o mercado.</p>
<p><strong>ER:  Concordo contigo Andréa. Andréa,gostaria de te agradecer pelo papo e acho que nossos leitores irão apreciar nossa conversa.</strong></p>
<p><strong>AH: </strong>Gostei bastante também!</p>

<div class="jwsharethis">
Compartilhe: 
<br />
<a href="mailto:?subject=Entrevista%20com%20Andrea%20Hiranaka%20da%20E-life&amp;body=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F12%2F30%2Fentrevista-com-andrea-hiranaka%2F">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/email.png" alt="Share this page via Email" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F12%2F30%2Fentrevista-com-andrea-hiranaka%2F&amp;title=Entrevista+com+Andrea+Hiranaka+da+E-life">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/su.png" alt="Share this page via Stumble Upon" />
</a>
<a target="_blank" href="http://digg.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F12%2F30%2Fentrevista-com-andrea-hiranaka%2F&amp;title=Entrevista+com+Andrea+Hiranaka+da+E-life">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/digg.png" alt="Share this page via Digg this" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F12%2F30%2Fentrevista-com-andrea-hiranaka%2F&amp;t=Entrevista+com+Andrea+Hiranaka+da+E-life">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/fb.png" alt="Share this page via Facebook" />
</a>
<a target="_blank" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=I+like+http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F12%2F30%2Fentrevista-com-andrea-hiranaka%2F&amp;title=Entrevista+com+Andrea+Hiranaka+da+E-life">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/twitter.png" alt="Share this page via Twitter" />
</a>
</div>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F12%2F30%2Fentrevista-com-andrea-hiranaka%2F&amp;t=Entrevista%20com%20Andrea%20Hiranaka%20da%20E-life" id="facebook_share_link_1288">Compartilhe no Facebook</a>
	<script type="text/javascript">
	<!--
	var button = document.getElementById('facebook_share_link_1288') || document.getElementById('facebook_share_icon_1288') || document.getElementById('facebook_share_both_1288') || document.getElementById('facebook_share_button_1288');
	if (button) {
		button.onclick = function(e) {
			var url = this.href.replace(/share\.php/, 'sharer.php');
			window.open(url,'sharer','toolbar=0,status=0,width=626,height=436');
			return false;
		}
	
		if (button.id === 'facebook_share_button_1288') {
			button.onmouseover = function(){
				this.style.color='#fff';
				this.style.borderColor = '#295582';
				this.style.backgroundColor = '#3b5998';
			}
			button.onmouseout = function(){
				this.style.color = '#3b5998';
				this.style.borderColor = '#d8dfea';
				this.style.backgroundColor = '#fff';
			}
		}
	}
	-->
	</script>
	
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://midiassociais.blog.br/2009/12/30/entrevista-com-andrea-hiranaka/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>21</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com @tarushijio sobre mídias sociais</title>
		<link>http://midiassociais.blog.br/2009/09/22/entrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio/</link>
		<comments>http://midiassociais.blog.br/2009/09/22/entrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 18:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>israel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[agências digitais]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração usuário]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação digital]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[PaperCliQ]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.midiassociais.blog.br/?p=518</guid>
		<description><![CDATA[Através do twitter conheci muita gente que contribui para as mídias sociais e que aprendo e troco informações bem legais. Através deste blog, tenho a oportunidade de compartilhar com vocês! Acompanhe entrevista sobre Mídias Sociais com @tarushijio <a href="http://midiassociais.blog.br/2009/09/22/entrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fmidiassociais.blog.br%252F2009%252F09%252F22%252Fentrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Entrevista%20com%20%40tarushijio%20sobre%20m%C3%ADdias%20sociais%22%20%7D);"></div>
<p style="text-align: justify;">Através do twitter conheci muita gente que contribui para as mídias sociais e que aprendo e troco informações bem legais. Através deste blog, tenho a oportunidade de compartilhar com vocês! !</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@idegasperi &#8211; Apresente-se:<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tarcízio Silva, 22 anos. Formado em Comunicação pela UFBA, fui pesquisador do <strong>Observatório de Publicidade</strong> em Tecnologias Digitais (UFBA/Propeg) durante o último ano de graduação. Depois de alguns meses com experiência mais prática em uma agência de assessoria (Janela do Mundo) e uma agência de propaganda (Ideia 3) levei à frente, com 3 sócios, um projeto que surgira na faculdade, a <strong>PaperCliQ</strong> – <strong>Comunicação e Estratégia Digital</strong>. Todos jovens como eu, buscamos aliar nossos conhecimentos de comunicação digital nessa iniciativa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@idegasperi -</strong><strong> As mídias sociais são realmente uma revolução. As regras para as eleições mudaram no Brasil, uma enorme quantidade de &#8220;especialistas em mídias sociais&#8221; surgiram, o twitter e o facebook vem crescendo cada vez mais&#8230; Qual sua percepção sobre a situação atual do Brasil com relação as mídias sociais ? E como vc vê um bom profissional em midias sociais ?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@tarushijio:</strong> O Brasil, devido aos seus já <strong>65 milhões de usuários</strong>, tem produzido bastante coisa bacana. Tanto ações de <strong>comunicação online</strong> quanto reflexão sobre comunicação online. Mas também é fato de que tem muita bobagem por aí. Porém, os mais nocivos são grandes “sites de tecnologia”, comumente afiliados a portais, que publicam releases sem edição ou critério.</p>
<p style="text-align: justify;">Do lado da prática da comunicação online por agências, há também muitas discrepâncias. É incrível como 9 entre 10 apresentações brasileiras falam do <em>case</em> Tecnisa. Na verdade, a <strong>Tecnisa</strong> não conseguiu tão bons resultados por uma genialidade absurda. O trabalho realmente <strong>foi muito bem feito</strong>, mas o grande diferencial foi apostar <strong>grande parte da verba</strong> de <strong>comunicação no online.</strong> O que falta, e muito, é que as agências utilizem <strong>métricas mais sólidas</strong> (que já existem, inclusive) e apresentem expectativas e resultados reais para também cobrar de uma maneira justa. A <strong>malandragem</strong> é a <strong>pior coisa</strong> que existe.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que o bom profissional em mídias sociais tem de ser, primeiro, um <strong><em>heavy user</em></strong>. Não um <em>heavy user</em> apenas em quantidade de horas em contato com as tecnologias digitais. Tem que ser o cara que <strong>quer conhecer tudo</strong>, que entender os usuários, entender um pouco de <strong>programação</strong>, <strong>interface</strong>, <strong>SEO</strong>, <strong>SEM</strong>. Bons resultados em mídias sociais perpassam inúmeras práticas e ferramentas. O <strong>bom profissional</strong> em mídias sociais tem que <strong>ler muito</strong>. Mas isso não significa ler livros, necessariamente. Existem livros bons e existem livros ruins. Ficar longe de livros que tenham <strong>“guia”</strong>, <strong>“bíblia”</strong>, <strong>“tudo”</strong>, <strong>“definitivo”</strong> no título já é um bom passo. Também existem <strong>blogs</strong> bons e blogs ruins. Existem blogs bons de garotos de 17 anos e blogs ruins de profissionais de 57.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é o suporte que importa, mas sim o <strong>conteúdo</strong>. Analisar múltiplos conteúdos e <strong>não ser soterrado</strong> pelos conteúdos triviais <strong>é um desafio</strong> para esse profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa que tomamos como verdade absoluta na <strong>PaperCliQ</strong> é que temos de constantemente <strong>produzir e consumir</strong> conteúdo para nos <strong>aperfeiçoarmos</strong>. Todos nós estamos relacionados a <strong>grupos de pesquisa</strong> ou <strong>especializações </strong>universitárias, produzimos em <strong>blogs</strong>, <strong>nings</strong>, <strong>slideshare</strong>, <strong>youtube</strong> etc. E tudo livre.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprendemos e, como recompensa, a <em>expertise</em> traz capital social cognitivo e clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@idegasperi -</strong><strong> Ouvindo o <a title="http://www.gengibre.com.br/cast/V1C04BCPAD" href="http://www.gengibre.com.br/cast/V1C04BCPAD" target="_blank">podcast</a> do @ninocarvalho no gengibre sobre agências digitais e agências tradicionais utilizando as mídias sociais pode-se perceber que poucas, muito poucas sabem realmente usar o twitter, por exemplo&#8230; Ele cita a @DM9DDB que só tuita sobre os prêmios que ganhou, Cannes, ele brinca que o enfoque deles é: olha aqui como a gente é fodão! Além do último tweet deles ser do começo do mês&#8230; </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A pergunta é, porquê é tão difícil para essas agências darem mais importãncia no conteúdo? Compartilhar informação, retuitar conteúdo de outras empresas/pessoas &#8230; qual sua opnião ?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> O facebook possui muitos aplicativos e jogos onde o foco é fazer com que o usuario socialize e dependa da ajuda de outras pessoas para avançar no jogo. Eu, particurlamente, não gosto e me irrito ficar recebendo varios emails com o convite para esses aplicativos. Mas reconheço a importância e possibilidade para as marcas utilizarem esses apps.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@tarushijio: </strong>Já ouvi blogueiros dizerem que pararam de postar <strong><em>cases</em> de agências</strong> <strong>concorrentes</strong> da agência em que trabalha, por causa de <strong>pressões</strong> da direção. Parte das agências, principalmente as grandes e “tradicionais”, ainda tem um <strong>raciocínio arcaico</strong> que pode levá-las à estagnação.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, algumas agências atentaram para a importância de<strong> pesquisa</strong> e <strong>produção de conteúdo</strong>. Aqui na Bahia, a <strong>Propeg</strong> financia o <strong>Observatório de Publicidade</strong> em <strong>Tecnologias Digitais</strong> (onde desenvolvi meu interesse por <strong>mídias sociais</strong>), grupo de pesquisadores bolsistas que escrevem relatórios de tendências e prospecção, coordenados por um <strong>pesquisador doutor</strong>. Ótima iniciativa, aparentemente tem desdobrado <strong>resultados</strong> na agência. Porém, <strong>90% da produção</strong> permanece<strong> restrita</strong>.  Será esse realmente o melhor caminho?</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas agências digitais de maior peso, como a <strong>Bullet</strong>, <strong>Talk</strong> e <strong>Cubo.CC</strong> publicam <strong>materiais gratuitos online</strong>. Esta última foi uma das responsáveis pela publicação do livro da <a title="http://twitter.com/raquelrecuero" href="http://twitter.com/raquelrecuero" target="_blank">@raquelrecuero</a>. Aqui na <strong>Bahia</strong> algumas agências digitais passaram a produzir e divulgar <strong>conteúdo e expertise</strong>, através de eventos, cursos, blogs, apresentações. Há iniciativas boas, mas também há as <strong>agências</strong> que <strong>cometem plágio,</strong> intencionalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre os <strong>aplicativos e jogos sociais no Facebook</strong> e <strong>Orkut</strong>, alguns de fato podem ser irritantes, mas ainda assim acho que é uma mudança enorme. Se, para assistir um programa televisivo sem comerciais, tenho de utilizar outros aparelhos (como <strong>TiVo</strong> ou baixar pela internet), os sites de <strong>redes sociais</strong> permitem que eu <strong>configure-os</strong> de um jeito que determinados conteúdos não apareçam para mim. No caso dos aplicativos sociais, posso bloquear no <strong>Wall de Notícias do Facebook</strong> determinados aplicativos. O <strong><em>prosumer</em></strong>, pra continuarmos com os neologismos, está no controle.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a apresentação sobre aplicativos sociais.</p>
<div id="__ss_1648758" style="width: 425px;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Aplicativos Sociais no Orkut - os cinco mais populares" href="http://www.slideshare.net/tarushijio/aplicativos-sociais-no-orkut-os-cinco-mais-populares-1648758">Aplicativos Sociais no Orkut &#8211; os cinco mais populares</a></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/tarushijio">Tarcízio Silva</a>.</div>
</div>
<p style="text-align: center; "><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=aplicativossociaisnoorkut-oscincomaispopulares-090627125233-phpapp02&amp;stripped_title=aplicativos-sociais-no-orkut-os-cinco-mais-populares-1648758" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=aplicativossociaisnoorkut-oscincomaispopulares-090627125233-phpapp02&amp;stripped_title=aplicativos-sociais-no-orkut-os-cinco-mais-populares-1648758" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: left; "><strong>@idegasperi &#8211; </strong><strong>Vc acredita que no futuro, marcas poderão anunciar e participar desses aplicativos ? Ou quem sabe uma marca criar seu próprio aplicativo e inserir em redes sociais ?? Será esse o futuro para as marcas sobreviverem nas midias sociais ? </strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong>@tarushijio: </strong>Particularmente, acho os aplicativos sociais fascinantes. Se a publicidade contextual através de links patrocinados ou banners já foi um avanço enorme para <strong>exibir apenas</strong> o que o <strong>usuário</strong> <strong><em>pode</em> estar interessado</strong>, aplicativos sociais são um tipo de produto que os usuários <strong>só interagem</strong> de fato se <strong>estiverem interessados</strong>. Os aplicativos de maior sucesso, tanto no <strong>FaceBook</strong> quanto no <strong>Orkut</strong> não são produzidos por encomenda, mas possuem outros modelos de negócios. Por exemplo, <strong>venda de funcionalidades</strong> novas ou exibição de banners de diversos anunciantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem algumas iniciativas de utilização dos aplicativos sociais específicos de marca. É o caso do famoso aplicativo <strong><em>Whooper Sacrifice</em></strong> da <strong>Burger King</strong>, para o FaceBook, ou dos aplicativos dos novos filmes da <strong>Disney</strong> e o <strong>Ramarim 2.0</strong>. Quando os aplicativos de fato se adaptam à dinâmica dos sites de redes sociais e oferecem algo (seja lúdico, seja físico) aos usuários, podem <strong>conseguir sucesso </strong>e ser <strong>divulgado espontaneamente</strong> pelos usuários através da <strong>interface da rede</strong>.  Por fim, não custa lembrar: é apenas um ponto no <strong><em>mix</em> de comunicação</strong> em <strong>mídias sociais.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@idegasperi -</strong><strong> Muito se fala nas regras impostas pelos veiculos tradicionais de mídia com relação as redes sociais ( Folha SP, Globo ) não vou te perguntar sobre o clichê de novas mídias matando mídias tradicionais. Mas como você vê, daqui pra frente, a posição das mídias com relação ao conteúdo colaborativo ? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@tarushijio: </strong>Elas vão, de fato, <strong>se transformar</strong>. As que não conseguirem se transformar estão <strong>fadadas ao fracasso</strong>. A <strong>Globo</strong> tem apresentado bons produtos <strong>online</strong> (como os aplicativos produzidos pela equipe <strong>A3</strong> para os jornais online) e outros <strong>ruins</strong>, como o produzido para a novela <strong>Caras e Bocas</strong>. No que se refere à l<strong>iberdade de expressão</strong> em <strong>mídias sociais</strong> houve um levante que gerou uma <strong>mídia espontânea negativa</strong> enorme quando vazou o documento <strong>regulamentando</strong> o uso de <strong>mídias sociais</strong> por seus funcionários. Inclusive, <strong>alguns atores </strong>globais <strong>twittaram contra</strong> essas medidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, cada usuário de internet pode ser um <strong>vigilante das práticas</strong> dos <strong>grandes veículos</strong> de comunicação. A <strong>colaboração existe</strong> para criação, distribuição, cópia e “pirataria” e também para protestos. A Globo não deve morrer, mas que <strong>vai se transformar muito</strong>, isso vai.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@idegasperi -</strong><strong> Fica a vontade para falar alguma coisa que vc acha importante que não foi perguntado. Seu blog com certeza será citado, mas se quiser fazer algum jabá, divulgar algum trabalho&#8230; fica a vontade!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@tarushijio: </strong>Além do meu blog (<a rel="external" href="http://www.tarciziosilva.com.br/blog">www.tarciziosilva.com.br/blog</a>), gostaria de divulgar o <strong>slideshare</strong> da PaperCliQ. Temos produzido alguns slides básicos sobre <strong>comunicação digital</strong>, que vem sendo bem recebidos, como a tradução do <strong>Twitter 101</strong>. A última produção nossa foi uma pesquisa entre estudantes de c<strong>omunicação da UFBA</strong> para descobrir como estes <strong>futuros profissionais</strong> se relacionam com os <strong>novos meios</strong> de <strong>comunicação</strong>: <a title="www.slideshare.net/papercliq" href="www.slideshare.net/papercliq" target="_blank">www.slideshare.net/papercliq</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@idegasperi -</strong><strong> Pra finalizar queria que vc desse sua opinião sobre meu blog midias sociais, alguma sugestão para melhorar&#8230; Um ponto positivo que vc tenha notado. E é isso cara&#8230; responde do jeito que vc quiser, se quiser postar links para ilustrar alguma coisa melhor, fica bem a vontade!!!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Muito obrigado !!<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>@tarushijio: </strong>Dica técnica: usa<a title="https://www.google.com/accounts/ServiceLogin?service=feedburner&amp;continue=http%3A%2F%2Ffeedburner.google.com%2Ffb%2Fa%2Fmyfeeds" href="https://www.google.com/accounts/ServiceLogin?service=feedburner&amp;continue=http%3A%2F%2Ffeedburner.google.com%2Ffb%2Fa%2Fmyfeeds" target="_blank"> feedbuner</a>! Esteja precavido para mudanças de domínio</p>
<p style="text-align: justify;">Dica de conteúdo:  faça resenha de livros. Por experiência própria, sei que ajuda muito. Os 10 posts mais visitados do IPF são sobre livros.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei mais hehe. O<strong> Midias Sociais</strong> ta muito bom =)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Muito obrigado </strong><strong>@tarushijio !</strong><strong></strong></p>

<div class="jwsharethis">
Compartilhe: 
<br />
<a href="mailto:?subject=Entrevista%20com%20%40tarushijio%20sobre%20m%C3%ADdias%20sociais&amp;body=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F09%2F22%2Fentrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio%2F">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/email.png" alt="Share this page via Email" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F09%2F22%2Fentrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio%2F&amp;title=Entrevista+com+%40tarushijio+sobre+m%C3%ADdias+sociais">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/su.png" alt="Share this page via Stumble Upon" />
</a>
<a target="_blank" href="http://digg.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F09%2F22%2Fentrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio%2F&amp;title=Entrevista+com+%40tarushijio+sobre+m%C3%ADdias+sociais">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/digg.png" alt="Share this page via Digg this" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F09%2F22%2Fentrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio%2F&amp;t=Entrevista+com+%40tarushijio+sobre+m%C3%ADdias+sociais">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/fb.png" alt="Share this page via Facebook" />
</a>
<a target="_blank" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=I+like+http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F09%2F22%2Fentrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio%2F&amp;title=Entrevista+com+%40tarushijio+sobre+m%C3%ADdias+sociais">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/twitter.png" alt="Share this page via Twitter" />
</a>
</div>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F09%2F22%2Fentrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio%2F&amp;t=Entrevista%20com%20%40tarushijio%20sobre%20m%C3%ADdias%20sociais" id="facebook_share_link_518">Compartilhe no Facebook</a>
	<script type="text/javascript">
	<!--
	var button = document.getElementById('facebook_share_link_518') || document.getElementById('facebook_share_icon_518') || document.getElementById('facebook_share_both_518') || document.getElementById('facebook_share_button_518');
	if (button) {
		button.onclick = function(e) {
			var url = this.href.replace(/share\.php/, 'sharer.php');
			window.open(url,'sharer','toolbar=0,status=0,width=626,height=436');
			return false;
		}
	
		if (button.id === 'facebook_share_button_518') {
			button.onmouseover = function(){
				this.style.color='#fff';
				this.style.borderColor = '#295582';
				this.style.backgroundColor = '#3b5998';
			}
			button.onmouseout = function(){
				this.style.color = '#3b5998';
				this.style.borderColor = '#d8dfea';
				this.style.backgroundColor = '#fff';
			}
		}
	}
	-->
	</script>
	
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://midiassociais.blog.br/2009/09/22/entrevista-sobre-midias-sociais-com-tarushijio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>18</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com o especialista em blogs, redes sociais e jornalismo, José Luis Orihuela</title>
		<link>http://midiassociais.blog.br/2009/07/30/entrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela/</link>
		<comments>http://midiassociais.blog.br/2009/07/30/entrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 19:41:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>israel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[José Luis Orihuela]]></category>
		<category><![CDATA[Master em Jornalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://midiassociais.blog.br/?p=257</guid>
		<description><![CDATA[Entrevista com José Luis Orihuela from Master em Jornalismo on Vimeo. Esta entrevista se deu por conta do II Master em Jornalismo Digital, em dezembro de 2008, em São Paulo. Um ponto que eu gostaria de comentar é o #fato de &#8220;Nunca se leu tanto, para escrever tão pouco&#8221;. Segundo Orihuela existem 130 milhões de blogs no mundo, pela facilidade de se criar um, mas não é uma tarefa fácil, pois você deve alimentar este blog com um conteúdo, estar &#8230; <a href="http://midiassociais.blog.br/2009/07/30/entrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fmidiassociais.blog.br%252F2009%252F07%252F30%252Fentrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Entrevista%20com%20o%20especialista%20em%20blogs%2C%20redes%20sociais%20e%20jornalismo%2C%20Jos%C3%A9%20Luis%20Orihuela%22%20%7D);"></div>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3145316&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3145316&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a rel="external" href="http://vimeo.com/3145316">Entrevista com José Luis Orihuela</a> from <a rel="external" href="http://vimeo.com/masterjornalismo">Master em Jornalismo</a> on <a rel="external" href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Esta entrevista se deu por conta do <strong>II Master em Jornalismo Digital, em dezembro de 2008, em São Paulo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto que eu gostaria de comentar é o #fato de <strong>&#8220;Nunca se leu tanto, para escrever tão pouco&#8221;.</strong> Segundo <strong>Orihuela</strong> existem <strong>130 milhões de blogs no mundo</strong>, pela facilidade de se criar um, mas não é uma tarefa fácil, pois você deve alimentar este blog com um conteúdo, estar atualizado e preparado para conversar com seu público. Função que nós, profissionais de comunicação, fizemos muito bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas isto, com certeza exige uma dedicação. É preciso ler muito, de todas as fontes, de todos assuntos, de atualidades, a fatos históricos, para estar ciente das palavras a serem escritas no seu blog. Gostei muito do vídeo, por isso está aqui, sendo compartilhado com todos vc&#8217;s!</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que vc&#8217;s, <strong>leitores do Mídias Sociais,</strong> novos ou antigos, me dêem o prazer de saber o que vocês acharam, do que aprenderam com seus blogs, do que aprenderam em outros blogs&#8230;  vamos acrescentar material a este post. Colabore !! Os comentários são para isto. Este post é apenas o começo da discussão.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja + no site: Master em Jornalismo, clique <a title="Master em Jornalismo" href="http://masteremjornalismo.org.br/" target="_blank">aqui</a>.</p>

<div class="jwsharethis">
Compartilhe: 
<br />
<a href="mailto:?subject=Entrevista%20com%20o%20especialista%20em%20blogs%2C%20redes%20sociais%20e%20jornalismo%2C%20Jos%C3%A9%20Luis%20Orihuela&amp;body=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F07%2F30%2Fentrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela%2F">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/email.png" alt="Share this page via Email" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F07%2F30%2Fentrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela%2F&amp;title=Entrevista+com+o+especialista+em+blogs%2C+redes+sociais+e+jornalismo%2C+Jos%C3%A9+Luis+Orihuela">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/su.png" alt="Share this page via Stumble Upon" />
</a>
<a target="_blank" href="http://digg.com/submit?url=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F07%2F30%2Fentrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela%2F&amp;title=Entrevista+com+o+especialista+em+blogs%2C+redes+sociais+e+jornalismo%2C+Jos%C3%A9+Luis+Orihuela">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/digg.png" alt="Share this page via Digg this" />
</a>
<a target="_blank" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F07%2F30%2Fentrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela%2F&amp;t=Entrevista+com+o+especialista+em+blogs%2C+redes+sociais+e+jornalismo%2C+Jos%C3%A9+Luis+Orihuela">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/fb.png" alt="Share this page via Facebook" />
</a>
<a target="_blank" href="http://twitter.com/intent/tweet?text=I+like+http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F07%2F30%2Fentrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela%2F&amp;title=Entrevista+com+o+especialista+em+blogs%2C+redes+sociais+e+jornalismo%2C+Jos%C3%A9+Luis+Orihuela">
<img src="http://midiassociais.blog.br/wp-content/plugins/jw-share-this/twitter.png" alt="Share this page via Twitter" />
</a>
</div>
<a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http%3A%2F%2Fmidiassociais.blog.br%2F2009%2F07%2F30%2Fentrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela%2F&amp;t=Entrevista%20com%20o%20especialista%20em%20blogs%2C%20redes%20sociais%20e%20jornalismo%2C%20Jos%C3%A9%20Luis%20Orihuela" id="facebook_share_link_257">Compartilhe no Facebook</a>
	<script type="text/javascript">
	<!--
	var button = document.getElementById('facebook_share_link_257') || document.getElementById('facebook_share_icon_257') || document.getElementById('facebook_share_both_257') || document.getElementById('facebook_share_button_257');
	if (button) {
		button.onclick = function(e) {
			var url = this.href.replace(/share\.php/, 'sharer.php');
			window.open(url,'sharer','toolbar=0,status=0,width=626,height=436');
			return false;
		}
	
		if (button.id === 'facebook_share_button_257') {
			button.onmouseover = function(){
				this.style.color='#fff';
				this.style.borderColor = '#295582';
				this.style.backgroundColor = '#3b5998';
			}
			button.onmouseout = function(){
				this.style.color = '#3b5998';
				this.style.borderColor = '#d8dfea';
				this.style.backgroundColor = '#fff';
			}
		}
	}
	-->
	</script>
	
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://midiassociais.blog.br/2009/07/30/entrevista-com-especialista-blogs-redes-sociais-jornalismo-jose-luis-orihuela/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

