Tag Selecionada: evolução

A tecnologia está evoluindo mais rápido que meu sobrinho de cinco anos, a cada dia, hora e minuto sinais de evolução continuam aparecendo e não param e, não devem parar mesmo, significa que a humanidade está colocando a massa encefálica para funcionar. E essa evolução não para também dentro do mundo das comunicações.
Novas mídias são criadas em grande velocidade, as formas de comunicação estão indo além do que alguns previam e outros esperavam, a internet está criando “submídias”: sites, blogs, redes sociais, wikies e outros “http’s://” sem fim, e com isso a possibilidade de as empresas e pessoas estarem conectadas com os seus consumidores, amigos e afins cresceu infinitamente mais. Aí esta o ponto “x” da questão, poder usufruir de tudo isso é excelente, é uma oportunidade que apenas a evolução pôde nos proporcionar, porém saber utilizar esses canais de modo inteligente é um “dom” que nem todas as pessoas e empresas possuem. Para as empresas, fazer uma ação digital brilhante, daquelas que a gente vê e perde por alguns segundos o rumo do que fomos fazer no site da empresa não vale de nada se a mesma não souber ligar essa ação com outra ação importante chamada “mundo real”. Criar ações em redes sociais, por exemplo, é excelente para empresas que possui um target jovem e conectado, mas se essa ação não oferecer nada alem de RT’s, para mim, ela fracassou, falta o que Walter Longo e Zé Luiz Tavares nos ensinam em seu livro, “O Marketing na Era do Nexo”, falta NEXO. A comunicação precisa ser integrada e fazer nexo dentro de todas as ferramentas utilizadas, deve ser introduzida em um conceito e a partir daí criada tanto on quanto offline. Nesse mesmo livro, dentro das diversas citações maravilhosas que li uma representa bem isso: “Comunicação integrada deve ser entendida como capacidade de integrar as ferramentas ao negocio do cliente e não apenas entre si”.
O nexo é algo que está faltando na comunicação, na vida, nos lances profissionais, no futebol, nos relacionamentos, nos casamentos. Está faltando nexo para o nexo que a sociedade criou, precisamos “desconectar” nossas vidas para nos conectar com o mundo novamente, e isso não significa parar de usar a internet, mas saber usá-la e não ser usado por ela. A evolução deve ser usada por nós para alcançarmos os resultados que esperamos em comunicação e na vida pessoal. O sistema chama internet, os usuários somos nós, não devemos inverter essa relação. Reinvente, inove, amplie os horizontes, discordem, indaguem, o mundo é muito mais do que pensamos, as pessoas esperam muito mais de comunicação, do que estamos oferecendo. Enquanto empresas de comunicação quebram a cabeça para criar uma ação inovadora e diferente, a “Stephany” cria uma ação “gratuita” para o Cross Fox, que em semanas torna-se um grande buzz na internet, criatividade é mais do publicitários que usam roupas estranhas e falam diferente e evoluir com nexo é pensar fora da caixa, porém ter noção do que está fazendo, é ter um caminho traçado e seguir por ele, dentro e fora do world wide web.
Paulo Cavalcante tem 22 anos, estuda marketing e sou social media na TV1.Com. Fascinado por mídias sociais e comunicação digital, acho incrível a proporção que a internet tem tomado no mundo das comunicações.

Blog: cavalcanteph.blogspot.com
Twitter: @cavalcanteph
E-mail: cavalcante.ph@hotmail.com
Alguns dados meio desatualizados mas é um bom registro da evolução da internet nesses 20 anos.
Confere ai !
Pessoas fazem negócios com pessoas e não com empresas. Todo mundo sabe disso há muito tempo. Hoje, com o rápido crescimento das redes sociais, essa velha máxima está ficando cada vez mais clara.
Espera-se que as redes sociais irão transformar radicalmente o marketing, o comércio eletrônico, o CRM e a propaganda como conhecemos hoje.
Os consumidores tendem cada vez mais a confiar mais nos amigos do que na propaganda das empresas. Espera-se que em um futuro muito próximo os próprios clientes criem os produtos e serviços que estarão disponíveis para essas comunidades.
O instituto Forrester americano fez um estudo profundo sobre a evolução da social web e aponta 5 estágios da sua evolução:
1) A Era das Relações Sociais: Pessoas conectadas com outras pessoas para compartilhar.
2) A Era da Funcionalidade Social: Redes sociais se tornam sistemas operacionais.
3) A Era da Colonização social: Toda experiência pode ser agora social.
4) A Era do Contexto Social: Conteúdo pontual e personalizado.
5) A Era do Comércio Social: Comunidades definem futuros produtos e serviços.
Quando essas eras vão acontecer?
Essas eras não são sequências, elas se sobrepõem. Nesse momento vê-se uma grande maturidade na era das relações sociais (milhões de usuários de Orkut, Facebook, MySpace, Linkedin). Muito em breve, conteúdo realmente relevante começara a surgir dentro dessas comunidades. Realmente, porque a grande verdade é que milhões se juntam a essas comunidades mas não fazem nada de produtividade a respeito.
A Forrester entrevistou dezenas de executivos de 24 empresas que atuam fortemente com mídia social. Appirio, Cisco Eos, Dell, Facebook, Federated Media Publishing, Flock, Gigya, Google (Open Social/stack team), Graphing Social Patterns (Dave McClure), IBM (SOA Team), Intel (social media marketing team), KickApps, LinkedIn, Meebo, Microsoft (Live team), MySpace, OpenID Foundation (Chris Messina), Plaxo, Pluck, Razorfish, ReadWriteWeb, salesforce.com, Six Apart, e Twitter.
Essa turma é altamente ativa no mundo da mídia social, e de uma maneira geral tem o seguinte recado para os marketeiros que ainda estão de fora:
1. Não demora para entrar. Essas mudanças estão acontecendo muito rapidamente. Se você bobear, ficará de fora, e depois não conseguirá entender o que se passa no mundo do marketing.
2. Prepare-se para Transparência. Todas as páginas do seu site estarão sujeitas a serem resenhadas pelas pessoas. Prepare-se para ouvir críticas construtivas e destrutivas.
3. Conecte-se com os Advogados da sua marca. Foco naqueles que te amam, eles vão te defender quando as coisas ficarem feias.
4. Parte o seu web site em pedaços. Os sistemas corporaivos precisam estar conectados a mídia social na web. Prepare para fragmentar o seu site corporativo em pedaços que são expostos aos clientes no momento certo na hora certa dentro da web. No mais radical dos futuros, o conteúdo irá até o clientes, eles não vão atrás do conteúdo. Distribua o conteúdo do seu site pela internet. Deixa a informação mais importante sobre você se espalhar pela internet através de comunidades onde estão os seus futuros clientes.
O mundo do marketing, queira ou não, caminha para um futuro analítico (google) + cliente no comando + complacência para aguardar o cliente decidir a melhor hora para comprar.
Se o cliente vai decidir tudo sozinho ou com os amigos, qual será o propósito das marcas?
Até aqui este post foi copiado e colado na íntegra deste site Os grifos são meus.
Veja agora meu comentário:
Respondendo a pergunta do texto, acredito que o consumidor não irá decidir tudo sozinho. E nem pode. Vou abrir um parênteses aqui e comentar rapidamente um episódio dos Simpsons, onde uma construtora de veiculos, descobre no Homer, o americano ideal, para gerenciar um projeto de lançamento de um novo carro popular para americanos. Obviamente uma sátira muito inteligente. E isso, já faz algum tempo.
Resumindo o Homer se encantou com o poder que lhe foi oferecido e foi adicionando milhares de acessórios ao carro que ele julgaria interessante. Óbvio que não deu certo. O carro tinha coisas absurdas e seu custo ultrapassou o valor de qualquer carro top de linha, quanto mais de um projeto popular.
Aonde quero chegar ? Os profissionais de marketing devem ouvir seus consumidores, de verdade. Mas, ao meu ver, as decisões devem ser tomadas por pessoas capacitadas. Nem sempre os consumidores são.
A marca que tiver mais interação com seu público, acredito que terá mais credibilidade. E é nesse ponto que vai se destacar entre suas concorrentes.
Outro ponto que levantei para discussão e gostaria muito de saber sua opnião a respeito, é que os consumidores devem interagir com a marca para transmitir sua opnião a respeito de um serviço ou produto que não esteja agradando para, aí sim, melhorar. Não vou ser ingênuo e afirmar que em time que está ganhando não se mexe, pois nunca devemos nos acomodar. Precisamos cavar mais fundo, sempre. Um alô para o Fábio Ghedin que apresentou um slide na discilplina de desgin para mídias interativas falou muito disso, vá mais fundo!
para terminar, vou citar um caso que aconteceu comigo ontem, quando cheguei do trabalho e abri meus emails pessoais.
Ontem recebi um email de um colega da pós graduação, com seu espaço num site, muito bacana por sinal. Ele tem uma coluna que fala sobre o conteúdo da TV aberta no Brasil. Ele é redator publicitário e tem um excelente texto. Escreve para o UOL. Li o texto dele e automaticamente procurei a parte dos comentários para que outros leitores dele pudessem ler o elogio que seguramente iria fazer para coluna dele. Sem hipocrisia. Mas a minha supresa é que não existe opções de comentar! Era um site totalmente estático. Isso me deixou profundamente frustrado.
Poxa, quer pauta melhor do que ouvir outras opniões a respeito dos próprios telespectadores da TV aberta, que tem uma audiência enorme?? Criar uma comunidade para discuti e agregar valor no assunto escrito por ele ? Acho que isso poderia trazer para ele e para agência dele uma pesquisa muito rica, até para os anúnciantes que a agência dele tenha, para anúnciar determinado produto em determinado programa, medindo a audência pelos comentários, vc´s me entendem ?
ok, digamos que o foco dos clientes da agência dele não seja público de TV aberta. Qual o feedback que ele tem do trabalho dele ? Nao vou massacrá-lo por isso. Mas se permitem um conselho. Pensem social! Estamos passando por este momento. Já temos 5 eras. Não sou eu que estou dizendo...
E um dos tópicos citado no texto acima é: Não demore para entrar. Essas mudanças estão acontecendo rapidamente. E o tópico a seguir diz, esteja preparado para críticas. Elas com certeza virão. Ao meu ver quem vai decidir se a crítica é construtiva ou não é vc... certo ?







