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Facebook: Mais de 1.000 fãs
Twitter: Mais de 452 mil seguidores
O portal de notícias G1 usa tanto o Twitter quanto o Facebook como se fosse mais um RSS do site. “Colam” o link no Facebook (sem miniatura) e no Twitter utilizam o famoso “copia e cola” do título da notícia. Zero de interação com os seguidores/fãs.
Mas outro "produto" da Globo, o jornal O Globo, age diferente: no microblog eles usam a "linguagem" do meio (RTs, menções etc) e interagem com os usuários (mesmo que aos poucos, mas já é um começo). Na fan page no Facebook (que conta com mais de 12 mil fãs), há posts que solicitam a opinião do usuário e até brincadeiras.
Facebook: em média 1000 fãs para cada página de editorias
Twitter: em média 1000 seguidores para cada perfil de editorias
Vale comentar: O UOL criou a página http://twitter.uol.com.br/ para reunir todos os seus perfis do Twitter. Nela o internauta pode ver em tempo real a atualização de todos eles, em um só lugar.
O Twitter do Estadão, um dos mais tradicionais jornais de São Paulo, ainda está devagar no quesito integração: poucas respostas aos seguidores e uma avalanche de conteúdo (porém nem todos os tweets são “copia e cola” dos títulos das notícias, alguns incluem comentários).
A fan page do Estadão no Facebook, como diz o próprio campo “Sobre” da página, é destinada para discussão dos assuntos publicados no site do jornal e do jornal impresso. E realmente, há muita discussão nos posts.
Twitter: em média 1000 seguidores para cada perfil de editorias
O Facebook da Folha é, assim como o Estadão, voltado para os leitores opinarem . No Twitter, em comparação ao jornal concorrente, a Folha tem mais interação com seus seguidores. Eles utilizam a “linguagem” do microblog: RTs, hashtags e até fazem o #FF (Follow Friday). O Twitter é utilizado de forma semelhante ao UOL, também com um perfil para cada editoria.
Minha pergunta é: como “noticiar” nas mídias sociais? Apesar das diferenças, os jornais e portais citados acima apresentam um número significativo de fãs/seguidores para divulgar seu conteúdo. Quais são as sugestões para melhorias? Onde eles pecam? Usem os comentários...
Acesse o site e veja diversas dicas, ferramentas para tirar o máximo de proveito do twitter como ferramenta de comunicação (em inglês) Saiba+________________________________
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Com o surgimento das ferramentas que permitem interação através da Internet, os meios de comunicação introduziram novas rotinas na forma de se processar o jornalismo. Foi assim que rapidamente se observou uma migração do mass media para o novo meio, sem que se percebesse uma alteração na linguagem. O jornalismo on-line, tornou-se assim que surgiu, o mesmo modelo de jornalismo, apenas em um novo meio.
Uma série de eventos mostraram o “boom” e a importância dessas redes. A campanha presidencial de Barack Obama foi toda acompanhada de perto pela Internet, através de vídeos, blog e páginas pessoais. Através do Twitter por exemplo, foi possível saber de tudo que os eleitores falavam sobre sua campanha.
Em Santa Catarina, as fortes chuvas e a catástrofe de novembro de 2008 rederam conteúdo para comentário e pesquisas em vários sites, e entre eles se fortaleciam as redes socias, os blogs e os perfis de usuários que postavam suas próprias imagens e informações sobre o que estava acontecendo em sua região.
Esses exemplos validam a importância dessa inovação promovida pela Web 2.0, que está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas.
Citando isso, lembramos da velha premissa do jornalismo – o profissional que se preze não se atem à uma fonte. A Internet então, supre a carência de contato com pessoas “distantes”. Além de complementar a busca por informações, as redes sociais aproximam e promovem a interação entre emissor e receptor da mensagem.
Bom para quem produz a notícia, melhor ainda para quem acompanha. Nunca foi tão fácil entrar em contato com os jornalistas, como hoje. Se antigamente era preciso escrever uma carta, enviá-la e torcer para que ela chegasse as mãos certas, hoje é só procurar sua página pessoal em uma rede social e escrever.
Uma relação bidirecional e simétrica. É assim que a comunicação funciona na Internet – de todos para todos. A interatividade na rede mundial é muito valiosa para os que queiram dirigir mensagens e informações específicas para públicos de interesse.
Na Internet, a organização não está falando para uma pessoa, mas sim, conversando com ela. E essa é, indiscutivelmente, a grande revolução do processo comunicacional, do século.
Artigo enviado pela leitora Myrella Sabrina, 21 anos. Ela é graduada em comunicação social com habilitação em jornalismo pelo Instituto Blumenauense de Ensino Superior. Já trabalhou como repórter, produtora, editora, montou sua própria assessoria de imprensa e atuou também em emissoras locais, com telejornalismo. Atualmente desenvolve novos projetos na área de comunicação, além de um trabalho direcionado à divulgação de conteúdo, via redes sociais.
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twitter: @myrellasabrina






