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Esse relatório inclui somente as redes sociais que recebem mais de 1 milhão de visitantes por dia. Sem sustos, o Facebook lidera absoluto com seis vezes mais acessos que o segundo colocado, o Orkut. Em terceiro aparece a rede chinesa Qzone, seguida do Twitter.

Para ter acesso ao relatório completo (em inglês), com análises e comentários dos acessos, clique aqui.
Tem muita gente que acredita que para fazer propaganda de uma marca, serviço ou produto é preciso ter uma verba relevante. Que para gerar engajamento deve-se pensar em campanhas que trabalham na casa do milhar. Se estivéssemos em 1980, eu certamente diria que essa pessoa tem razão. Mas dentro de uma realidade onde o social marketing é realidade, continuar a pensar assim é atrair prejuízos para si.
Li uma recente pesquisa feita pela divisão de Small Business da AT&T, com mais de duas mil empresas que possuem até 50 funcionários. Nela, constatava-se que 72% delas já utilizam os chamados mobile apps e que o número de marcas estabelecendo base no Facebook cresceu cerca de 52% se comparado à 2010. Dos pesquisados, 41% afirmaram ter "retorno mensurável" quando investiram em social media.
Isso gera uma reflexão: por que não investir em comunicação e relacionamento digital sendo uma pequena empresa? A resposta para essa pergunta é simples e está centrada na estratégia a ser adotada, que com criatividade e planejamento pode surtir efeitos importantes no impacto que a marca/produto tem no fim das contas.
O primeiro ponto gira na gratuidade de uso das redes. Isso aumenta a capacidade de penetração da informação que circula nelas. Mas tenha em mente que o usuário procura coisas relevantes para a vida dele e não propaganda barata. Portanto, ao pensar na mensagem que você vai passar, reflita em como se pode gerar uma notícia que vá mudar o dia do receptor.
E para trabalhar uma informação realmente impactante, é necessário conhecer as necessidades do público da marca. Para isso desenvolva processos de monitoramento. Com as dezenas de ferramentas free espalhadas pela web, como o Twazzup, Social Mention, Klout e outras é possível se ter uma ótima dimensão do que os públicos abordam.
Estabeleça políticas claras e objetivas para os canais que você vai utilizar para a comunicação. Foque naquilo que você se propôs. Ninguém gosta de um perfil no Twitter que nasce como um canal de SAC 2.0 e que simplesmente não consegue atender as demandas na velocidade do microblog.
Outro ponto relevante nesse xadrez estratégico é o da personificação da marca. Eis um aspecto determinante para o sucesso ou derrocada de um plano, já que ele vai determinar toda a construção de conteúdo que se produzirá. Se a marca será ativa, não deixe de pensar nisso.
Por fim, pense em tecnologia, leia muito sobre social media e marketing de relacionamento, siga a concorrência e foque em inovação. A não ser que você queira ser apenas mais um rostinho simples na e-multidão.
*diretor de social media da CDI Digital, braço web da CDI Comunicação Corporativa e autor do blog Memória 2.0.
Indicação de leitura:
A Revolução das Mídias Sociais – André Telles
Manual de Marketing em Midias Sociais – Julie Szabo







